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EXPORTAÇÕES

Empresas portuguesas estão presentes em 163 países

Portugal é uma economia pequena e com falta de competitividade à escala global, mas os empresários portugueses vendem os seus produtos praticamente para todo o mundo. O Diário Económico foi saber com quantos países as empresas portuguesas mantêm relações comerciais e chegou à conclusão que são 163. Um número impressionante, tendo em atenção que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece 193 países como independentes. Ou seja, as empresas portuguesas têm uma presença praticamente em todo o mundo ao exportar para 84% dos países. Mas os dados não se ficam por aqui, já que Portugal ainda vende para 42 regiões e países autónomos não reconhecidos como países pela ONU. Refira-se que esta organização mundial identifica, entre países, países declarados independentes e autónomos, o número de 265.

Contudo, são dados que contrastam com o peso das exportações na riqueza nacional que se fica em apenas 30%. Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia e do Emprego, já traçou o objectivo para as exportações: "Portugal deverá ter a ambição de exportar cerca de 50% do PIB daqui a cinco anos, "chegando aos 70 ou 80% daqui a 20 anos", afirmou recentemente.

Claro que o principal mercado exportador das empresas lusas é o Europeu, liderado pela Espanha, Alemanha e França, com mais de 27,5 mil milhões de euros em 2010, o que representa cerca de 75% das exportações totais.

Claro que o principal mercado exportador das empresas lusas é o Europeu, liderado pela Espanha, Alemanha e França, com mais de 27,5 mil milhões de euros em 2010, o que representa cerca de 75% das exportações totais.

Um dado que pode comprometer o objectivo traçado pelo ministro da Economia, já que paira sobre a Europa uma verdadeira nuvem negra com a crise das dívidas soberanas, liderada pela Grécia. Uma crise que também está a contagiar o mundo. Contudo, e de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), nos primeiros cinco meses de 2011 as exportações portuguesas de bens ascenderam a 17,3 mil milhões de euros, o que corresponde a um crescimento nominal em valor de 18%, relativamente ao período homólogo de 2010. Mas isso não impediu os empresários portugueses de procurarem uma presença em outros mercados, nomeadamente naqueles em que se perspectiva um forte crescimento económico, como Brasil, Índia, China, México, África do Sul, com um volume de negócios que já ultrapassa os 1,1 mil milhões de euros. Pouco ainda, mas essencial para abrir as portas para muitas mais empresas. No entanto, e segundo o INE, os países terceiros diminuíram a sua participação nas exportações globais em 0,2 ontos percentuais (de 24,4% em Janeiro/Maio de 2010, para 24,2% em 2011), registando uma contribuição de 4,2 pontos percentuais para o crescimento total.

Fundamental apostar na cooperação

É sabida a inter-ajuda entre os emigrantes portugueses, algo que as empresas, entre elas, também poderão usar. Aliás, multiplicam-se os exemplos de empresas portuguesas que têm uma operação a uma verdadeira escala global como a Sogrape, Corticeira Amorim, Amtrol-Alfa, Silampos ou a fábrica de chocolates Imperial e que poderão apoiar novos negócios para outras empresas. O conhecimento do mercado, da cultura e a legislação são fundamentais para as PME que têm menos capacidade financeira para contratar consultores.

Acresce a necessidade de se aproveitarem as oportunidades que existem na diáspora portuguesa ao nível do empreendedorismo inovador para que Portugal possa potenciar o crescimento das suas exportações. Também estes empresários portugueses espalhados um pouco por todo mundo podem ajudar através dos seus contactos como agentes facilitadores de um aumento das exportações. Ou seja, constituírem-se como verdadeiros agentes da divulgação dos produtos portugueses e contribuir para o reforço da rede de contactos entre empresas portuguesas.

A par destes dados do mundo empresarial, também o Estado português tem uma presença em 77 países através das suas embaixadas, tendo ainda presença diplomática assegurada através de oito missões permanentes. Às quais acrescem as 50 delegações da AICEP em 44 países. Uma verdadeira rede que coloca Portugal no mundo.

Empresários procuram novos mercados

Os empresários portugueses estão à procura de outros mercados, nomeadamente naqueles em que se perspectiva um forte crescimento económico, como Brasil, Índia, China, México, África do Sul, com um volume de negócios que já ultrapassa os 1,1 mil milhões de euros. Pouco ainda, mas essencial para abrir as portas para muitas mais empresas

 







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