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AÇORES

Atlânticoline alterou especificações dos novos navios para o grupo Central

Os novos barcos que vão operar no Grupo Central dos Açores serão maiores do que o previsto, mas também terão motores mais lentos. O novo caderno de encargos reduz em dois nós a velocidade de serviço dos barcos e também a potência dos motores.

A Atlânticoline justifica as alterações com a necessidade de poupar combustível.

O primeiro concurso ficou deserto, por isso a Atlânticoline, a empresa pública que gere o transporte marítimo, alterou as regras.

A velocidade máxima dos barcos, que antes deviam atingir 16 nós e meio a 100 por cento das máquinas, foi reduzida em apenas meio nó, alegadamente para poupar combustível.

Carlos Reis, presidente do Conselho de Administração da Artlânticoline, reconhece que a maior redução verifica-se na velocidade de cruzeiro dos novos barcos, que baixa de 16 para apenas 14 nós.

A potência dos novos barcos poderá ser também inferior.

O primeiro caderno de encargos determinava que os barcos deveriam operar, a maior parte do tempo, entre 85 a 100 por cento da sua capacidade máxima.

Uma exigência agora reduzida para menos de metade da potencia a 80% do tempo.

Carlos Reis diz que não é na velocidade, mas sim nas manobras, que é preciso maior potência.

Alterações técnicas que, a juntar ao aumento em três metros de comprimento nos novos barcos, deverá torná-los mais lentos.

Os atuais cruzeiros, recorde-se, atingem velocidades na ordem dos 12 a 13 nós.

FONTE: RTP AÇORES


 







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