Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Monte Gordo, 1774

O desinteresse que o Reino do Algarve mereceu ao longo dos séculos, por parte da Coroa portuguesa, até meados do século XVIII, foi criando uma situação de marginalidade da região, tanto do ponto de vista político, como económico, relativamente ao restante território português. A riqueza do comércio ia, sobretudo, para a mão de ingleses e a pesca era explorada por espanhóis, o contrabando e a fuga ao fisco eram generalizados, com os consequentes prejuízos para a economia algarvia.

O governo de D. José I, através do Marquês de Pombal, visou afirmar o poder real sobre o território do Algarve, o que se traduziu na tomada de diversas medidas, iniciadas em 1773, de que se destacam:
- a reestruturação administrativa, que reforçou o poder real sobre o território;
- a criação da Companhia Geral das Reais Pescarias do Algarve, que visou o controle económico;
- e a criação de Vila Real de Santo António, como afirmação, perante Espanha, do domínio da Coroa de Portugal sobre aquela zona fronteiriça e, naturalmente, sobre todo o Algarve e a sua costa.

A planta, que representa Monte Gordo, Castro Marim e o lugar de Santo António de Arenilha, bem como o Rio Guadiana e, do outro lado da fronteira, Aiamonte, mostra também a actividade de pesca na praia de Monte Gordo.

É acompanhada de uma memória descritiva do terreno e destinou-se a ilustrar e justificar a escolha do lugar para a edificação de Vila Real de Santo António. Entre as razões invocadas, contou-se o facto de ficar junto ao Rio Guadiana, que oferecia não só a facilidade do transporte fluvial para Norte, mas também a possibilidade de se contar com um porto abrigado e seguro para o escoamento de produtos nacionais, particularmente o pescado, para o estrangeiro.

DESCRIÇÃO COMPLETA DA IMAGEM:
Levantamento topográfico de Monte Gordo. 1774.
PT/AHMOP/MR-001/14
Registo de ordens e outros documentos respeitantes à Junta de Administração da Companhia Geral das Pescarias e Comércio Marítimo e Terrestre do Algarve.


FONTE: BIBLIOTECA DO MOPTC