Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

S. Martinho do Porto - Sonhos por concretizar

Em S. Martinho do Porto houve várias acções na tentativa do desenvolvimento balnear e termal. Entre 1898 e 1921 encontram-se registos, pedidos de licenciamento e um plano “Plano Geral do desenvolvimento Industrial e de Turismo”, datado de 1920, publicado na revista “Arquitectura”, em 1927, da responsabilidade de Fernando P. de Magalhães. Esta iniciativa parte de um conjunto de capitalistas de onde de destacam José de Azevedo Castelo Branco e John George, com a finalidade de explorar as Águas de Salir. Propunha-se a construção de um estabelecimento balnear com 2 pisos, dois hotéis, casino, parque, bairro de moradias, praça de touros, clube desportivo com campos de ténis e um grande campo de jogos, assim como uma pista de aviação e hangar para hidroaviões. Não concretizado

Decreto-lei n.º 24802 de 21 de Dezembro de 1934. Institui a figura obrigatória do Plano Geral de Urbanizações, para as localidades de dimensão igual ou superior a 2.500 habitantes, com salvaguardas. Foi dada particular atenção aos planos das […Dos centros urbanos ou zonas de interesse turístico, recreativo, climatérico, terapêutico, espiritual, histórico ou artístico…], de onde ressalta a importância das estações balneares e termais. Estas acções eram, por vezes fomentada por comissões de iniciativa local, que se substituíam ás câmaras, como refere o decreto, dos quais se menciona o da Praia da Rocha e S. Martinho do Porto. Este decreto obriga as autarquias ao levantamento, actualização execução de plantas topográficas, inexistentes, à época, na maior parte das autarquias.

Sobre o assunto ver, entre outros MASCARENHAS DE LEMOS, Eduardo Cardoso “Desenvolvimento de conceitos Urbanísticos : Contexto Nacional e Internacional - O Actor, O Arquitecto e os Outros”, in, Modelos urbanos e a formação da cidade balnear. Portugal e a Europa, tese de doutoramento em Arquitectura, especialidade de Planeamento Urbano, Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Wroclaw, Polónia, 2006; MANGORRINHA, Jorge “O Lugar das Termas”, Livros Horizonte, 2000; PROENÇA, Maria Cândida “A Baía de S. Martinho do Porto. Aspectos Geográficos e Históricos”, Edições Colibri. 2005.

FONTE
 







Artigos relacionados:

  • PRAIA DE S. MARTINHO DO PORTO - A jóia em forma de concha perfeita