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UM MUNDO SUBAQUÁTICO AINDA COM MUITO POR EXPLORAR

O mar turístico esconde guerras que nem os mergulhadores conseguem decifrar

Arqueólogos e turistas continuam em busca do U-boat, o submarino alemão que espalhou terror na costa algarvia. É o tesouro mais procurado, mas pode estar muito fundo.

Barcos, barcaças, navios comerciais e de guerra, um submarino, aviões, há de tudo um pouco no leito do mar algarvio, de Sagres a Tavira. Uns repousam estranhamente bem perto da costa, a pouca profundidade, outros ainda não se revelaram ou estão inacessíveis. São tesouros que a arqueologia subaquática ainda não conseguiu decifrar. Andam todos atrás deles. Também o PÚBLICO acompanhou mergulhos para ver canhões, despojos de guerra entre ingleses e franceses, e restos de um bombardeiro norte-americano da II Grande Guerra.

Pouco passa das 8h30 quando deixamos para trás o porto de pesca de Quarteira no Cavalo Marinho I da OpenWaters, uma das 12 escolas de mergulho existentes no Algarve. Ainda no porto, antes daquela hora, pescadores e clientes discutiam o preço do peixe, disposto em caixas no chão, e alguns safios, gordos, que acabam de chegar quase são devolvidos ao seu elemento quando o carrinho de mão em que são transportados, vira com estrondo. "Só conversam, ninguém ajuda!", grita a peixeira, mulher de pescador. Um espectáculo que escapa aos turistas.

A gasolina e o gasóleo correm de jorro pela mangueira às centenas de euros por minuto. São grandes embarcações turísticas que acostam ao porto. A faina turística vai começar, seja em passeio, seja sacudida pela velocidade e troar dos power-boats. No regresso do mergulho silencioso, uma jovem que pratica para-gliding haveria de nos dizer adeus, 30 metros acima das nossas cabeças.

Vinte metros abaixo do nível do mar, sensivelmente, ao largo da ilha de Faro e a uma milha náutica da costa (1852 metros), é esta a "coordenada" do nosso primeiro mergulho. O briefing do master diver Luís é sintético: "Vamos ver o Faro A [assim identificado por se desconhecer a sua verdadeira identidade], aparentemente afundado em 1693." A descoberta foi feita por dois mergulhadores algarvios (José Augusto Silva e Miguel Galvão), em 1996. Há mergulhadores que se interessam mais pela história do naufrágio do que pelos objectos em si. E o naufrágio é do que todos gostam, o que todos querem. Por isso, Luís prossegue: "Fazia parte de uma frota inglesa que seguia para Esmirna, na Turquia, quando foi interceptada por frota de guerra francesa. Eram 400 navios e aqui foram afundados 42. Este é um deles, mas não sabemos dos outros."

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