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SUGESTÃO DE LEITURA

Ecomuseu do Salgado de Aveiro – Preservar para transmitir

A FEDRAVE – Fundação para o Estudo e Desenvolvimento da Região de Aveiro, no âmbito da sua política editorial, publicou em finais de 2009 a obra Ecomuseu do Salgado de Aveiro – Preservar para transmitir, da autoria do aveirófilo Énio Semedo.

O autor parte do reconhecimento da importância histórica que a produção do sal de Aveiro teve no desenvolvimento da urbe aveirense para propor medidas conducentes à sua preservação e, em simultâneo, homenagear os obreiros de tão ingente tarefa. Com efeito, quem se debruça sobre a história da salicultura na região de Aveiro (abarcando territórios do actual concelho e de outros conselhos limítrofes, com o traço comum de possuírem solos vasosos onde foram construídas as marinhas de sal) de imediato fica com a certeza de que está perante uma actividade secular – certamente que anterior à fundação da nossa nacionalidade – que apesar de ter como forte condicionante os factores meteorológicos que se traduzem na aleatoridade dos valores da produção, foi o ouro branco, a mola impulsionadora do progresso de Aveiro até tempos relativamente recentes.

Esta actividade, que no decurso dos séculos veio a assumir um cariz profundamente identitário, viu, nas últimas décadas, pairar sobre si a sombra ameaçadora de um declínio sem retorno. Parecendo afastada a possibilidade de uma auto-reanimação do sector, entendeu o autor apresentar sugestões capazes de assegurar a continuidade da produção do sal.

A sua opção passa pela institucionalização do Ecomuseu do Salgado de Aveiro. Este deve ser entendido como pólo congregador de sinergias múltiplas, dinâmico e dinamizador de uma actividade claramente deprimida e que, em paralelo, possa assegurar a preservação da mundividência marnoteira.

Este Ecomuseu será um agente de socialização, escorado num projecto de auto-desenvolvimento da comunidade, que tem em conta o passado porque visa o devir.

BIOGRAFIA

Énio Fernandes Curvo Semêdo nasceu a 8 de Junho de 1942, em Degracias – Soure.

Licenciado em Geografia, mestre em Antropologia, é professor aposentado do Ensino Secundário e esteve ligado à formação de formadores (Centro de Apoio Pedagógico – Porto; CIFOP da Universidade de Aveiro; D.G. do Ensino Secundário); professor do Instituto Superior das Ciências da Informação e Administração - ISCIA e coordenador do Centro de Apoio de Aveiro da Universidade Aberta.

Membro fundador de: Fundação para o Estudo e Desenvolvimento da Região de Aveiro – FEDRAVE, Centro Português de Geopolítica -CPG; Associação para a Defesa e Estudo do Património Natural e Cultural do Distrito de Aveiro – ADERAV; Liga dos Amigos do Hospital Infante D. Pedro; Liga dos Amigos do Museu de Aveiro; Círculo Arte e Música de Aveiro; Real Associação da Beira Litoral.

Membro de: Concelho Técnico Consultivo do Arquivo do Distrito de Aveiro; Comissão Consultiva da Feira das Velharias; Comissão Consultiva da Estratégia de Aveiro. Sócio da Associação Portuguesa de Geógrafos (APG) que lhe atribuiu, em 2002, o Prémio João Ferreira Deusdado e do Rotary Club de Aveiro.

Principais publicações

“Aplicação. A lição”, 1973:102-114, Coimbra;

“Contribuição para o uso de microcomputadores no Ensino Secundário”, Actas do IV Colóquio Ibérico de Geografia 1986:801-809, Fac. Letras da Universidade de Coimbra;

Livros Didácticos para o Ensino da Geografia dos 7º, 8º e 9º anos, 1989 a 2001, Porto Editora;

“Caracterização do Distrito 197”, 1987 Rotary Club Aveiro;

1º Prémio de Ensaios do Rotary Club de Aveiro;

“Aveiro – Do Vouga ao Buçaco”, 1989, Editorial Presença;

“Desenvolvimento de uma Aplicação Museológica sobre a Apropriação Social de Recursos em Ambiente Litoral Marítimo (Ria de Aveiro)”, 1989, Universidade do Minho;

“Para uma Geografia de Aveiro – História de Aveiro”, 2009:23-45, Câmara Municipal de Aveiro.

Autor de diversos artigos publicados em jornais diários e semanais. 



 







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