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Potencialidades e ineficiências da intermodalidade E-80 discutidas no Porto de Aveiro

No âmbito do projecto ‘Intermodality E-80’, coube à Administração do Porto de Aveiro levar a cabo dois workshops que tiveram como objectivo, segundo Luís Ferreira, da Universidade de Aveiro e moderador das sessões, “promover a articulação entre os diferentes operadores na promoção do transporte marítimo de curta distância”.

Estes workshops surgem no âmbito do projecto E80, dividido em três linhas de trabalho, sendo que a linha que coube ao Porto de Aveiro desenvolver foi a da promoção do Short Sea Shipping. “Procuramos fazer a articulação entre os diferentes agentes e procurar saber quais os factores críticos que emergem para tornar viável a criação de condições para o transporte marítimo de curta distância”, referiu Luís Ferreira.

Outro ponto de discussão teve a ver com as alterações a que o mercado tem estado sujeito, alterações essas que a Comissão Europeia “tem vindo a promover através de um conjunto de iniciativas que visam facilitar e agilizar toda a questão aduaneira e burocrática dos portos” e, refere, “a nível de Portugal temos as que estão em cima da mesa. Qual será o futuro do Portugal Logístico? Não sabemos” , acrescentou Luís Ferreira.

“Portugal Logístico” é, para Rui D’Orey – CEO da Horizon View, e principal interveniente neste workshop – “um conjunto de infra-estruturas que devem ficar à disposição dos operadores económicos, cabendo ao mercado aproveitá-las e organizar-se. Isso não pode ser feito por decreto”.

Questionado sobre o “paradigma da intermodalidade”, Rui D’Orey considerou que “no fundo acaba por ser a fórmula de permitir combinar diferentes formas de transportes para uma solução definitiva” referindo que “só faz sentido constituírem-se soluções que correspondam às necessidades dos operadores, senão acabam por não conseguir vingar”.

Conclusões dos workshops

Como conclusões destes workshop ficou a necessidade de “reforço do modo marítimo para a sua integração no serviço porta-a-porta, reunindo os requisitos de melhor preço e transit time com soluções que acrescentem valor ao cliente relativamente ao modo unimodal rodoviário”.

Ficou também a necessidade de resolução de um conjunto de ineficiências: modelos mais eficientes de recursos disponíveis; flexibilização do trabalho portuário; aplicação de soluções tecnológicas normalizadas/interfaces para maior fiabilidade do serviço e confiança entre os operadores; simplificação de processos administrativos aduaneiros associados à gestão de transferência entre modos; dotação do porto com plataformas logísticas que potenciem a ligação com outros modos.

O segundo workshop abordou a “gestão da informação na cadeia de transportes e no SSS”. Ficou a conclusão da necessidade de evolução para sistemas de informação integrados e globais para toda a cadeia de transportes; estender e integrar os sistemas utilizados por todos os actores da cadeia logística. Por fim foi referido que “o mais importante passa pelo envolvimento dos principais actores no processo de definição dos objectivos e funcionalidades do sistema e seu mapeamento, de modo a permitir a obtenção dos necessários consensos para a partilha de informação entre os mesmos".

FONTE: CARGO

 







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