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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

INVESTIMENTO DE 9 MILHÕES DE EUROS

Lajes das Flores com Núcleo de Recreio Náutico

As instalações para o Recreio Náutico das Lajes das Flores – representando um investimento superior a nove milhões de euros – incluíram a construção de um molhe de abrigo da nova bacia de estacionamento, com cerca de cem metros de comprimento, e a criação de um terrapleno de apoio ao recreio náutico, para alagem e estacionamento a seco das embarcações.

A estrutura flutuante contempla 17 postos de acostagem para embarcações menores de seis metros, 25 postes para embarcações com comprimentos entre os seis e os oito metros, 3 postos para embarcações com comprimentos entre os oito e dez metros, além de um cais de recepção com 20 metros de comprimento e fundos a menos 4 metros.

O cais aderente ao molhe de protecção, com 55 metros de comprimento e fundos a menos 4 metros, também permite acostagem de embarcações com comprimentos superiores a 10 metros.
O edifício polivalente destina-se a albergar os diversos serviços portuários, designadamente a gare de passageiros com sala de espera, bilheteiras, bar, instalações sanitárias e depósito de bagagens; serviços técnicos e administrativos da Associação de Portos do Triângulo e Grupo Ocidental (APTO); gabinete para a Polícia Marítima; e armazém para as mercadorias a enviar para o Corvo ou a receber daquela ilha.

Como sublinhou Carlos César, se a esta empreitada se adicionar aquela que em breve se iniciará – do prolongamento do cais acostável e de construção de oficina e garagem para máquinas no porto comercial, para além do reforço da cabeça do molhe e aquisição de diverso equipamento –, o investimento global rondará os 13,9 milhões de euros.

1.860 lugares de amarração

Com o novo núcleo de receio náutico, os Açores passarão a contar com 1.860 lugares de amarração, o que, na opinião do Presidente do Governo, confere à região “a dimensão adequada a uma posição atractiva no apoio ao cruzamento do Atlântico pelo iatismo internacional.”

Por outro lado, Carlos César considera que este investimento dá bem “a ideia de como entendemos o nosso património marítimo e o partido que podemos tirar desta nossa centralidade atlântica, seja na vertente turística, seja na vertente da investigação e do aproveitamento dos recursos naturais.”
Aliás, concluiu o governante, os desafios resultantes do alargamento da plataforma continental portuguesa implicam “um esforço muito grande à escala nacional”, bem como uma cooperação estreita entre as autoridades nacionais e regionais, “no sentido de que o nosso país e a nossa região possam tirar o maior partido possível dessa nova realidade.”

FONTE: CORREIO DOS AÇORES