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Notícias

VALENTE DE OLIVEIRA:

«Cidades e regiões perspicazes precisam de portos inteligentes»

Na sequência das edições anteriores, realizadas em Aarhus e Génova, a terceira reunião de Clusters da Auto-Estradas do Mar (MOS) decorreu em Madrid no início de Junho com a participação do Coordenador Europeu para as auto-estradas do mar, Luís Valente de Oliveira.

No seu discurso, Valente de Oliveira destacou que, tendo em conta a forte complementaridade entre o transporte terrestre (Rodoviário e ferroviário) e o marítimo, os portos e os futuros corredores multimodais constantes da Rede Europeia de Transportes (RTE-T) devem estar devidamente interligados.

Valente de Oliveira sublinhou ainda que as relações entre as Administrações locais e nacionais com as Administrações Portuárias assumem um papel fundamental no contexto de planeamento urbano e do território bem como na procura de soluções mais eficientes. "Cidades e regiões perspicazes precisam de portos inteligentes", concluiu o coordenador.

José Anselmo da DG MOVE fez uma apresentação sobre os possíveis tópicos a ter em conta para a apresentação de propostas ao programa RTE-T MOS, cujo prazo de candidaturas se encontra aberto desde o final do passado mês de Junho. Além disso, Anselmo referiu-se ainda às orientações relativas à próxima chamada para a RTE-T que, de acordo com as prioridades definidas no novo Livro Branco, irá reconhecer as MOS como a dimensão marítima da rede europeia de transportes.

Autoridades públicas de diferentes Estados-Membros e os respectivos stakeholders tiveram a oportunidade de apresentar os seus pontos de vista sobre as prioridades relativas ao próximo MOS de acordo com as mais recentes orientações da RTE-T. Um elevado número de stakeholders identificaram potenciais factores para a promoção e melhoria dos serviços MOS. Relativamente aos Operadores logísticos presentes, estes enfatizaram o factor da eficiência dos portos como essencial.

Realçou-se ainda que o sucesso das MOS depende da necessidade dos portos oferecerem ligações intermodais adequadas e devidamente harmonizadas de forma a garantir a fluidez das mercadorias. Maior flexibilidade nos portos europeus também traria benefícios consideráveis. Por último, salientou-se o facto de os apoios relativos às MOS deverem ser direccionados não só para os operadores logísticos ou armadores, mas também para o cliente final.

FONTE: ESPO