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Notícias

6 DE JUNHO DE 1944

As fotografias míticas de Robert Capa no Dia D

Têm todas defeitos para serem das piores fotografias de uma reportagem. Estão tremidas, desfocadas, com uma luz difusa, e para uma reportagem completa não se pode dizer que dêem uma grande possibilidade de escolha, pois são apenas 12 fotografias. Mesmo assim são consideradas - apesar de todos estes defeitos técnicos e editoriais -, das melhores imagens da história do fotojornalismo.

Trata-se das fotografias míticas do mítico Robert Capa, o mesmo que imortalizara a morte em combate do republicano espanhol na Guerra Civil, o mesmo que dois anos depois do desembarque dos americanos na Normandia, fundou a agência fotográfica Magnum.

A história dessa dúzia de fotografias, também elas sobreviventes da guerra, é contada pelo então director de fotografia da delegação da "LIFE " em Londres, 24 Upper Street Wimpole, John G. Morris no seu livro "Des Hommes d`Images". Morris descreve com dramatismo e humor os dias difíceis em Londres, entre bombardeamentos persistentes e a necessidade de furar o controle da censura, o arranjar formas de fazer chegar a Nova York fotografias da luta contra o domínio nazi. A "LIFE " tinha a trabalhar para a delegação em Londres os então mais cotados fotojornalistas do mercado. Destacavam-se Bob Landry, George Rodger, Frank Scherschel e o já famoso Robert Capa.
A preparação da reportagem do desembarque na Normandia foi meticulosamente preparada pela "LIFE ", que fazia questão em concorrer taco-a-taco com as agências noticiosas, o que deixava algum mal estar junto destas. A "LIFE " considerava que as suas fotografias deveriam ser as melhores e as mais exclusivas. Por isso destacou seis fotógrafos, contra outros seis das outras três agências presentes.

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