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Notícias

Olhão alarga oferta da marina

Cubimarina deverá ser a entidade exploradora da Marina de Olhão. Enquanto se aguarda a entrega de concessão, depois, é esperar mais um ano para que a oferta aumente para uma capacidade de 560 barcos.

Construída pelo Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), a Marina de Olhão está a aguardar que a concessão de exploração seja entregue o mais breve possível para que a capacidade seja aumentada de 360 lugares de barcos para os 560, isto é, mais 30%.

A informação parte do presidente da Câmara Municipal, Francisco Leal, explicando ao Publituris que 26% do total da exploração caberá, então, à Cubimarina - Sociedade Gestora de Marinas Lda; e 25% ao Real Marina Hotel & Spa, da cadeia Hotéis Real. Os restantes 49% ficarão a cargo de entidades privadas com experiência nesta área. Estamos a aguardar que seja adjudicada esta concessão com vista a ajudar ao desenvolvimento sócio-económico e também turístico da região”, refere o presidente.

Entrega de concessão concluída e deve aguardar-se mais um ano para que não só a capacidade de lugares aumente, como também a dos barcos, pois a marina passará a ter resposta aos barcos com 17 a 20 metros de comprimento. A sustentar a infra-estrutura, será igualmente criada uma área comercial de 2500 metros quadrados, onde passarão a funcionar restaurantes, bares e lojas, além de serviços de apoio aos barcos de recreio, balneários, lavandaria, parque de estacionamento interior, entre outros”, conforme menciona Francisco Leal.

RIA FORMOSA 365 DIAS POR ANO

Através deste investimento, avaliado nos dois milhões de euros, o presidente da Câmara defende que estarão reunidas as condições para que a zona funcione durante todo o ano, porque, como reforça, é de facto possível passear e usufruir da Ria Formosa 365 dias por ano e, neste momento, já sentimos que a procura é enorme. As pessoas querem usar esta marina permanentemente para sair daqui com destino à Fuzeta, Faro e outros destinos”, explica.

Do ponto de vista estratégico da região, este investimento mostra-se também como um apoio ao desenvolvimento sócio-económico e turístico, dada a existência do referido hotel de cinco estrelas. Sem dúvida que é um investimento de grande importância, porque pensamos que dará um contributo ao turismo”
Francisco Leal esclarece ainda que este tipo de turistas acaba a estar muito ligado ao turismo de natureza e ambiente” e aqui, mais uma vez, a Ria Formosa ganha nova dimensão “dado que foi classificada como uma das Sete Maravilhas Naturais de Portugal no ano passado.

Recorde-se que grande parte da área da Ria Formosa é composta por um sistema lagunar labiríntico com sapais, canais, zona de vasa e ilhotes, possuindo ainda uma grande diversidade de ecossistemas, dispostos nos cerca de 18400 hectares ao longo de 60 quilómetros desde o Rio Ancão até à praia da Maria Mota.

FONTE: PUBLITURIS