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Porto de Sines mantém crescimento de 50% nos contentores

O Porto de Sines fechou o 1º trimestre de 2011 com um crescimento de 50% no movimento de contentores, face ao período homólogo e mantendo o crescimento verificado em 2010. Nos três primeiros meses, foram movimentados 114.492 TEU contra 76.500 TEU em igual período de 2010.

O mês de Janeiro de 2011 foi o melhor mês na história do Terminal de Contentores de Sines (TXXI) com 42.723 TEU e Março o terceiro melhor mês com 40.273 TEU movimentados.

O hinterland servido pelo Porto de Sines (import/export) registou igualmente um importante acréscimo face a 2010, da ordem dos 21%, confirmando a crescente importância de Sines como gateway Atlântico do mercado ibérico.

De facto, beneficiando da sua condição geoestratégica e das suas águas profundas, Sines é o único porto da fachada Atlântica da Península Ibérica que dispõe de serviços directos para mercados-chave como são o caso da América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México), Ásia e Mediterrâneo Oriental.

Com os olhos postos no futuro, o TXXI encontra-se já em fase avançada de ampliação da sua infra-estrutura e equipamentos, o que lhe irá permitir duplicar a sua capacidade instalada para 800.000 TEU/ano já nos próximos meses, ao mesmo tempo que se iniciaram as obras de ampliação do Molhe Leste e de aprofundamento do canal de entrada para a cota Zh =17,5 metros.

Igualmente com um importante crescimento neste período esteve o Terminal de Gás Natural que registou um acréscimo de 49% face a igual período de 2010 e reforçou a sua relevância como principal fonte de abastecimento desta importante fonte energética. Relativamente ao Terminal Multipurpose, embora tenha registado uma redução global de 6% face a 2010, a principal componente de carga movimentada (carvão) manteve um valor similar ao do ano passado, o que, juntamente com a carga contentorizada, permitiu que o porto crescesse 40% na carga geral no 1º trimestre.

Contrariamente aos restantes tipos de cargas, os granéis líquidos estiveram abaixo do movimentado de Janeiro a Março de 2010, perfazendo 3,5 milhões de toneladas, o que significa uma redução de 23%. Este decréscimo foi motivado pelas obras de interligação na Refinaria de Sines da nova fábrica à fábrica actual provocando uma paragem que decorreu de 13/01 a 21/02 o que implicou uma redução homóloga global na mercadoria de 12%.