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Notícias

CLUBE DA LOGÍSTICA

Competências profissionais na logística em análise

“Profissionais de logística: competências e expectativas” foi o tema da primeira edição deste ano do Clube da Logística. O evento, organizada pela Logística Moderna, decorreu na passada segunda-feira, em Lisboa, contando com a participação de Francisco Rodrigues, director de recursos humanos da Gefco, e de José Pedro Ribeiro, director supply chain & IT da Fromageries Bel Portugal.

Francisco Rodrigues reconheceu que actualmente os licenciados que saem das universidades têm algumas limitações ao nível das competências em transportes, sublinhando que existem funções logísticas, nomeadamente no transporte aéreo e marítimo, que apenas se aprendem na prática, com a experiência que se vai adquirindo. As pessoas que saem das universidades “têm competências básicas mas não têm conhecimento suficiente para aquilo que o país precisa”. Esta situação leva a que as empresas façam muitas vezes o trabalho “que devia ser feito pelo Estado”, referiu.

Também José Pedro Rodrigues partilha a mesma opinião. “O que notamos ao nível dos profissionais é que ou os formamos em casa ou é difícil encontrá-los nas universidades”, salientou. Segundo avançou, as empresas de formação têm conseguido aproveitar esta lacuna existente.

No caso da formação dada internamente nas empresas, Francisco Rodrigues reconheceu que “existem empresas com capacidade para formar e outras que não”. No entanto, sublinhou que “esta é uma área de pleno emprego”, sendo que se verifica a existência de um jogo de “gato e rato” ao nível das contratações. “As empresas investem na formação dos seus recursos humanos e depois vem a concorrência e leva estes mesmos recursos já formados”. O responsável acredita também que, actualmente, o tempo que existe nas empresas para formar é pouco e “os efectivos estão no limite, não tendo tempo para formar bem”. No entanto, alertou que “podemos hipotecar o futuro se não apostarmos na formação contínua”.

Hoje o mercado necessita de pessoas com raciocínio lógico e descomplicadas, sendo que o domínio de vocabulário não é o mais importante na altura de seleccionar um novo colaborador. Francisco Rodrigues acredita na necessidade de se valorizar as competências técnicas e comportamentais. “Numa multinacional procuramos alguém com capacidade para lidar com diferentes culturas e valorizamos experiências internacionais”.

O evento de final de tarde mostrou, nesta edição, que o mercado procura, cada vez mais, profissionais multifacetados que alinhem conhecimentos de gestão, de optimização ou de planeamento, algo que os estabelecimentos de ensino superior ainda não estão a conseguir fazer.

FONTE: LOGÍSTICA MODERNA