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INAUGURAÇÃO DO PROLONGAMENTO DO MOLHE NORTE

«Porto da Figueira da Foz é um verdadeiro aliado das empresas da região» – afirma o Ministro das Obras Públicas

Rasgados elogios à gestão do Porto da Figueira da Foz (APFF) marcaram o discurso de António Mendonça na cerimónia de inauguração do prolongamento do Molhe Norte.
O Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, recordou a cifra record do porto, em 2010, com um crescimento de 37% na movimentação de mercadorias.
Estendendo os elogios à administração do Porto de Aveiro (comum à do porto figueirense), António Mendonça aproveitou a deixa do Presidente da APFF para reafirmar a vontade do ministério em continuar a fazer obra “mesmo em tempo de cerração”, leia-se crise económica mundial.

“Este conjunto de investimentos, este importante esforço que tem vindo a ser desenvolvido numa conjuntura difícil para o nosso país e para a Europa, só pode ser interpretado num sentido: o da prossecução de uma aposta clara de Portugal no seu sistema portuário. Uma aposta alicerçada na dotação dos nossos portos com as condições infra-estruturais, info-estruturais e procedimentais necessárias à melhoria da sua eficiência e competitividade” – afirmou António Mendonça, acrescentando:
“O conjunto de investimentos que está a ser realizado no Porto da Figueira da Foz decorre pois do reconhecimento do potencial deste porto, mas também da importância que o mesmo tem no quadro do sistema portuário nacional e para o desenvolvimento da região em que se insere”.

NÚMEROS SIGNIFICATIVOS, RESULTADO ASSINALÁVEL – CONSIDERA O MINISTRO

O governante salientou depois os excelentes resultados do Porto da Figueira da Foz no ano transacto, “o porto que em termos relativos mais cresceu em 2010”:
“São números muito importantes, muito significativos, que revelam o dinamismo que o porto tem revelado; não só o porto, também a região em que o porto se insere, naturalmente” – continuou António Mendonça.
Resultado “tanto mais assinalável quanto sabemos da importância que o Porto da Figueira da Foz tem para as empresas da região, com destaque para o sector da pasta para o papel”:
“O Porto da Figueira da Foz é um verdadeiro aliado no reforço da competitividade mundial dessas empresas, e na abertura e conquista de novos mercados que permitam a este sector e ao país continuar a vencer o desafio de aumentar as suas exportações” – concluiu o Ministro das Obras Públicas.

CONJUNTO DE OBRAS GERARAM “UM PORTO NOVO” – CONSTATA JOSÉ LUÍS CACHO

José Luís Cacho, Presidente da APFF, considerou que o conjunto das obras ontem inauguradas, no valor de 26,5 milhões de euros, geraram “um porto novo”:
“Porque beneficiou de investimentos avultados mas imperiosos, para melhoria da sua operacionalidade, satisfação dos operadores portuários, segurança da navegação, respeito pela cidade que nos alberga” – afirmou o administrador, lembrando terem sido efectuadas obras “em várias frentes, sempre com o apoio e o incentivo do Governo da República e do Ministério a que [António Mendonça] preside”.

“Obra necessária, há muito ansiada pela comunidade portuária figueirense, em particular, pelas gentes da cidade, do concelho e da região em que o porto se insere” – frisou José Luís Cacho, afirmando que o porto da Figueira da Foz já começou a retribuir com resultados:
“Fechámos 2010 com um crescimento de 37% na movimentação de mercadorias, cifra que fala por si, atendendo à conjuntura que vivemos, quer nacional, quer internacionalmente. Trata-se de novo record no que diz respeito a movimentação de mercadorias, deixando muito para trás a última melhor marca, alcançada em 2007. Em relação a este ano o crescimento foi de 416.134,88 (24,69%), sendo que a taxa de crescimento anual nos últimos 10 anos foi de 76.591 ton (7,88%)”.

BONS RESULTADOS ALAVANCADOS NAS EXPORTAÇÕES

Resultados que demonstram “como é acertada a política de proximidade das administrações junto das comunidades portuárias; que temos, na Figueira da Foz, quadros empenhados, altamente motivados, capazes de alavancarem a movimentação de mercadorias em tempos de crise. Um claríssimo sinal de esperança nas potencialidades da Região Centro, em particular, e de Portugal, em geral. É sempre bom frisar que estes resultados se devem, em boa parte, às exportações, o que é, em nosso entender, muito positivo” – continuou o Presidente da APFF, criticando os que, há anos atrás, chegaram a vaticinar a inviabilidade da estrutura portuária:
”O Porto da Figueira da Foz, que os pessimistas de serviço já viam com certidão de óbito passada, está, afinal de contas, pujante, de boa saúde, e agora, com estes avultados investimentos, mais preparado para enfrentar os desafios que se avizinham”.

José Luís Cacho concluiu a sua intervenção elogiando o trabalho de parceria desenvolvido com várias entidades da comunidade local e regional: “Destaco aqui a singular cooperação mantida com os responsáveis da Câmara Municipal da Figueira da Foz. O mesmo vale, num plano mais alargado, ao entrosamento conseguido com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. Os responsáveis da CCDR-C têm sabido apoiar-nos no que reporta ao alargamento da nossa área de influência, abrindo novos caminhos rumo à rica e poderosa região de Castela e Leão”.

PORTO MAIS COMPETITIVO, GARANTE JOÃO ATAÍDE

O Presidente da Câmara Municipal saudou o governo por este ter assumido “um conjunto de investimentos vitais localizados no nosso Município numa altura em que, é por todos sabido, enfrentamos grandes constrangimentos financeiros”.

Para João Ataíde, com o prolongamento do Molhe Norte “ficam, definitivamente de parte, os receios sempre que se verificava uma intensa agitação marítima e os impedimentos à realização de operações de carga e descarga no Porto. Fica a ganhar a operacionalidade do Porto e a própria rentabilidade da operação, porquanto, ao permitir-se a entrada mais frequente de navios, e de embarcações com um calado superior ao anteriormente possível, podem ser estabelecidas linhas regulares para o transporte de contentores, captando-se serviços regulares, minimizando-se o tempo e a segurança, e tornando os preços mais competitivos.
Isto numa área de negócio em que cada euro é importante e pode fazer toda a diferença na altura da escolha do Porto onde se opera”.

O autarca vê, no conjunto das obras realizadas, “uma política de investimentos estratégicos que contribui decisivamente para o desenvolvimento económico da Figueira da Foz e de toda a Região Centro, aumentando a competitividade do tecido empresarial da nossa região. No fundo, trata-se de um conjunto de passos que evidencia o importante trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela Administração do Porto da Figueira da Foz, cujos extraordinários resultados alcançados saúdo na pessoa do seu ilustre Presidente do Conselho de Administração, Eng.º José Luís Cacho, que tem sido um grande amigo do nosso Concelho”.

AFINIDADE ESTRATÉGICA ENTRE A AUTARQUIA E A APFF

João Ataíde concluiu a sua intervenção lembrando que o desenvolvimento económico local e regional “exigirá de ambas as entidades – da APFF e da Câmara Municipal – uma grande afinidade estratégica e uma enorme sintonia na actuação, dando corpo às sinergias que já se verificam no dia-a-dia:
“Mas é minha firme convicção que estaremos à altura desse desafio, porque será dessa forma que juntos construiremos o futuro da Figueira da Foz. E um futuro em que, indo de encontro ao que é defendido pelo Hiper-Cluster do Mar, os referidos investimentos promoverão e optimizarão as actividades portuárias, permitindo assim potenciar os recursos que o mar nos oferece” – disse.

VERSÃO INTEGRAL DAS INTERVENÇÕES:
Ministro da Obras Públicas, Transportes e Comunicações (formato pdf)
Presidente da APFF (formato pdf)
Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz (formato pdf)
APOIOS DO FEDER

A obra de prolongamento em 400 metros do molhe norte, no valor de 14,6 milhões de euros, foi co-financiada em 70% do seu valor por fundos FEDER, através do Programa Operacional Valorização do Território 2007-2013.
Relativamente aos restantes investimentos, igualmente importantes para o desenvolvimento do porto, importa ainda destacar o da valorização do cais comercial do porto da Figueira da Foz, o qual ascendeu a um investimento de cerca de 3 milhões de euros, co-financiado em 70% do seu valor pelo FEDER através do Programa Mais Centro.


FOTOS: consciente | Audiovisuais e Multimédia Lda.







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