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AVEIRO

Pesca local quer dispensar coletes obrigatórios

A comunidade piscatória da região de Aveiro, uma das mais numerosas de águas interiores e costeiras, aceita com muita relutância a obrigatoriedade de usar coletes de salvamento que entra hoje, 8 de Fevereiro, em vigor.

Ontem, no porto de abrigo da Costa Nova, em Ílhavo, ouviam-se, ainda, muitas críticas entre os pescadores das artes tradicionais. Quase todos continuavam a esperar pela entrega dos novos equipamentos, o que deverá ainda demorar algumas semanas.
“Quem fez a lei nunca pescou na Ria de Aveiro, nem sabe como trabalhamos, senão evitava esta grande asneira e outras coisas ridículas”, comentava o mestre de uma das centenas de embarcações que operam na laguna.

Além do “incómodo” que o colete alegadamente provoca nas tarefas braçais, é posta em causa “a resistência” e até “a funcionalidade” do mecanismo insuflável associado.
O excesso de zelo na segurança motiva críticas, sobretudo para quem exerce a actividade da pesca em águas interiores.

O preço do colete, a rondar 50 euros, é comparticipado em 90% pelo Plano Operacional da Pesca (PROMAR), o que aguçou o negócio de fornecedores, mas teme-se que a manutenção e substituição possam vir a sair caras aos bolsos dos pescadores.
A pesca local envolve no País cerca de seis mil embarcações (com dimensões até nove metros) e cerca de 12 mil pescadores.

VERSÃO INTEGRAL DA NOTÍCIA DISPONÍVEL AQUI

FONTE: NOTÍCIAS DE AVEIRO

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