Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

Junto a Tróia, a várias mãos, ajuda-se uma pradaria marinha a renascer

Depois da retirada de um longo cabo de amarração que estava a danificar as ervas marinhas da pradaria Soltróia, há cerca de um mês, a equipa vai agora começar com o restauro activo. A Wilder falou com Raquel Gaspar, coordenadora do projecto.

Raquel Gaspar, bióloga marinha e dirigente da associação Ocean Alive, não poupa palavras para transmitir a importância que as pradarias marinhas têm para a biodiversidade e para o combate às alterações climáticas.

Para os animais que ali vivem, estes ecossistemas, que têm na sua base diferentes espécies de ervas marinhas, “têm as mesmas funções que uma floresta: servem de casa, abrigo, local de reprodução, fornecem comida”, explica Raquel à Wilder. Também no que respeita ao sequestro de carbono, entre outros serviços, os cientistas têm estudado o papel fundamental que estas pradarias desempenham, considerado aliás mais importante do que o das florestas terrestres.

E no entanto, “estão a desaparecer” pradarias marinhas por todo o mundo: estima-se que “há uma taxa de desaparecimento que equivale à área de dois campos de futebol por hora”, sublinha a mesma responsável.

Portugal não é alheio à deterioração destes ecossistemas ameaçados pela urbanização das zonas costeiras, pela poluição das águas dos estuários e por técnicas de pesca destrutivas, entre outros factores.

mais detalhes