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Os oceanos estão repletos de urânio (e um novo material é extremamente eficaz a capturá-lo)

De acordo com a Agência de Energia Nuclear, estima-se que haja pelo menos quatro mil milhões de toneladas de urânio nos oceanos, o que corresponde a cerca de 500 vezes a quantidade de urânio conhecida em minas terrestres.

No entanto, minerar e extrair urânio do mar tem sido notoriamente difícil de executar. Porém, agora isso pode mudar.

Linsen Yang, da Academia Chinesa de Ciências em Pequim, e a sua equipa, criaram uma membrana de polímero que imita a forma como os vasos sanguíneos operam, adicionando ainda um material que foi impregnado com um composto chamado amidoxima, que se liga aos iões de urânio. Desta forma, a equipa conseguiu criar um novo material que pode absorver 20 vezes mais urânio da água do mar do que os seus predecessores.

Para detetar se o urânio foi eficazmente capturado, a equipa usou a espectroscopia de fotoeletrões de raios-X. Os investigadores descobriram ainda que o material misturado com urânio também poderia ser limpo com ácido clorídrico, removendo 98% do urânio.
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Perceberam também que a solução permitia que o material fosse usado por longos períodos de tempo de forma repetida, reduzindo significativamente o custo da mineração de urânio.

Os cientistas referem que se inspiraram pela geometria dos vasos sanguíneos. “Inspirados pela estrutura que é favorável à transferência de massa e fluido, descrevemos uma membrana porosa hierárquica baseada em polímeros de microporosidade intrínseca que pode capturar urânio na água do mar”, escreveram os investigadores no estudo, publicado na Nature.

“Esta membrana biomimética permite a difusão rápida de espécies de urânio, levando a uma capacidade de absorção 20 vezes superior numa solução de água enriquecida”.

Para quem teme que o urânio não seja reabastecido nos oceanos a uma taxa razoável, é de notar que o reservatório da substância é tão vasto que não é relevante se o urânio é reposto ou não, escreve o Interesting Enginneering.

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