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Notícias

PROGRAMA DAS FUNDAÇÕES OCEANO AZUL E CALOUSTE GULBENKIAN

Portuguesa Blue Oasis Technology foi uma das startups vencedoras

A empresa, com menos de um ano de vida, desenha, constrói e instala “recifes” artificiais que permitem a, recuperação de ecossistemas marinhos danificados e a reversão do declínio da biodiversidade do oceano. Noruegueses da Tekslo Seafood e argentinos da FeedVax também se destacaram.

A startup portuguesa Blue Oasis Technology foi uma das três vencedoras da 4ª edição do programa de aceleração para empresas da bioeconomia azul Blue Bio Value (BBV), organizado pelas fundações Oceano Azul e Calouste Gulbenkian. Quem também se destacou foram os empreendedores noruegueses da Tekslo Seafood e os argentinos da FeedVax.

Com menos de um ano de vida, a Blue Oasis Technology desenha, constrói e instala “recifes” artificiais que permitem a recuperação de ecossistemas marinhos danificados e a reversão do declínio da biodiversidade do oceano. A solução que desenvolveu, BluBoxx, permite também o registo de parâmetros ambientais e a transmissão de dados.

O trio de startups galardoadas recebeu um prémio monetário no valor de 45 mil euros, que será utilizado na sua totalidade para a plataforma “Blue Demo Network”, criada para ajudar as empresas recém-criadas a encontrarem resposta às suas necessidades nas infraestruturas e serviços portugueses.

O BBV 2021 terminou assim esta quinta-feira ao fim de sete semanas de trabalho e networking, com 14 empresas internacionais e quatro portuguesas envolvidas, culminando num evento no Oceanário de Lisboa, com um pitch das dez finalistas. O presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Luís de Melo Jerónimo, abriu o palco com as boas-vindas à audiência, deixou os aplausos para os empreendedores e garantiu que algumas das startups mais promissoras transformam a visão de um mundo mais sustentável numa realidade.

Já presidente da Fundação Oceano Azul referiu que “temos de investir para depois colher o que o oceano nos der de volta”, fazendo referência à importância do apoio ao empreendedorismo com impacto ambiental e social. “Se não endereçarmos este desafio do ambiente e dos oceanos vai ser difícil promover a igualdade, sobreviver neste planeta e erradicar a pobreza. Todos sabemos que precisamos de mudar o paradigma de produção de produtos e serviços. A jornada que começaram é muito difícil, a de criar e promover a mudança”, afirmou José Soares dos Santos.

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