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Gente do Mar: Francisco Oliveira, 2.º Cap. do «Wild Swan»

Há meia dúzia de anos, o português Francisco Miguel dos Santos Oliveira, de 30 anos, fez uma escolha que lhe mudou a vida: deixou em standby o curso de engenharia e arquitetura naval e rumou à Holanda para matricular-se numa conhecida escola náutica. Hoje, é o segundo comandante do tall-ship “Wilde Swan” que recentemente, fez escala no Porto do Funchal.

Antes, esteve a trabalhar durante um ano como engenheiro naval, mas entre o escritório e a vela, optou por este desporto que pratica desde os oito anos de idade. Participou em várias competições, mas teve sempre um gosto especial pelos tal-ships que começou a velejar, assim que acabou o mestrado, para além de estar agora, envolvido num projeto de construção de um navio de carga à vela, juntando assim, as suas diferentes competências.

Depois de várias experiências a bordo de grandes veleiros, a última que está a decorrer, é a bordo do “Wilde Swan”. Neste momento, está nas Caraíbas para onde levou 21 jovens, com idades entre os 14 e os 17 anos que durante seis semanas fizeram uma viagem inesquecível que terminou a 26 de dezembro, quando de avião, regressaram a casa. Três professores acompanharam o grupo que teve aulas a bordo, mas além disso, aprendeu e participou nas tarefas diárias habituais numa embarcação deste género. Até junho, suceder-se-ão novos grupos para fazerem a mesma experiência de mês e meio a bordo do “Wild Swan”.

“Estes miúdos levam uma experiência que lhes fica para a vida. Aqui aprendem a trabalhar em equipa, a relacionar-se uns com os outros. A própria preparação para integrar uma experiência destas é importante, pois muitos destes miúdos criam formas de pagar esta viagem, seja pela obtenção de patrocínios ou trabalhos que fazem para ganhar dinheiro”, refere Francisco Oliveira.

No dia que deixou a Madeira, pouco tempo depois, o veleiro voltou ao porto. Em causa, a queda de um dos jovens tripulantes que terá fraturado um braço. Foi medicamente assistido e voltou para bordo, à espera de que os pais chegassem da Holanda. Só depois do desembarque deste jovem, é que o “Wild Swan” retomou a travessia do Atlântico, rumo às Caraíbas.

Na partida, o 2.º comandante ia agradavelmente surpreendido com a forma como foram recebidos na Madeira. “Foi um espetáculo!” – Disse, referindo que o Funchal podia integrar o grupo das cidades amigas dos tal-shipps.