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Notícias

«Não há stocks que resistam» ao COVID-19

Os últimos meses abalaram a supply chain a diversos níveis: guerra comercial entre os EUA e a China, saída do Reino Unido da União Europeia, e mesmo o abrandamento da economia mundial verificado no final de 2019, com as exportações, vestuário e têxtil, que há uma década andavam em crescimento, a cair. A chegada do vírus Corona abalou a cadeia de abastecimento a um alto nível, devido ao peso que a Ásia tem no sector.

Ao nível da indústria têxtil europeia, César Araújo, presidente da Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção (Anivec), mais de 85% de toda a roupa consumida na Europa advém da China. Segundo comenta o responsável, a Europa já estava desequilibrada, e a chegada do vírus “veio acentuar ainda mais esse desequilíbrio”.

Em declarações ao ECO, José Alexandre, presidente da Riopele, comenta que “o prolongamento da paragem das fábricas devido ao coronavírus já está a causar impactos a nível mundial (…) e se isto durar mais um ou dois meses, paramos todos, e não é só no têxtil e vestuário”, acrescentando que geralmente uma empresa tem stocks para entre três e quatro semanas, e que se o vírus se prolongar por muito tempo “não há stocks que resistam”.

A Riopele não tem, para já, tido impacto directo na produção, mas sim na escoação de produtos. “Temos mercadoria que já deveria ter seguido em Janeiro e ainda cá está”, comenta o presidente da empresa sobre o mercado que representa cerca de 4% das suas exportações.

César Araújo explica que o facto de muitas companhias aéreas terem deixado de voar para a China “está a pôr em causa toda a logística e que vai demorar algum tempo a operacionalizar todos os processos”, pelo que muitas se preveniram desde logo aquando do primeiro alerta do surto para se abastecerem de matérias-primas.

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