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Governo dos Açores avalia estragos provocados pelo furacão Lorenzo em portos de pesca e zonas costeiras

A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, através das direções regionais das Pescas e dos Assuntos do Mar, já começou a fazer o levantamento, ilha a ilha, dos danos causados pela passagem do furacão Lorenzo nos portos de pesca e nas zonas costeiras.

O Secretário Regional do Mar salientou que, no que respeita a portos e infraestruturas de apoio à pesca, foi na ilha das Flores que se constataram “mais prejuízos, com o Porto das Lajes a necessitar de obras profundas”, assegurando que estão a ser planeadas “várias intervenções de apoio a todos os pescadores açorianos afetados pelo furacão”.

Gui Menezes referiu que os pescadores florentinos, “infelizmente, vão ficar com a sua atividade condicionada devido aos danos registados nos portos e em equipamentos de apoio”, acrescentando que seis embarcações de pesca foram danificadas e que as oito casas de aprestos daquele porto “sofreram danos avultados”.

Registam-se também estragos no armazém de reparação naval e nas gruas existentes no Porto das Lajes das Flores, sendo que no interior do porto encontram-se vários contentores que continuarão a impossibilitar a saída das embarcações de pesca para o mar.

No caso do Porto de Santa Cruz das Flores, uma parte do molhe foi danificada, a peixaria da associação de pescadores foi destruída e uma embarcação de pesca sofreu danos ligeiros.

Na ilha do Faial, não se registam problemas estruturais nos portos, à exceção do Porto do Varadouro, cujo molhe de proteção está danificado e as casas de aprestos foram invadidas pelo mar.

O mau tempo danificou também o sistema de rotação da grua do Porto de Castelo Branco.

No Pico, não foram registados danos estruturais nos portos de pesca, sendo que, no que respeita a infraestruturas de apoio, as gruas de São João e do Porto do Calhau do Monte foram totalmente destruídas e as gruas dos portos de São Mateus e da Calheta do Nesquim ficaram parcialmente danificadas.

Também se registaram alguns danos nas casas de aprestos de São Mateus e de São João, bem como na casa do motor e no barracão de reparações da Manhenha.

Nas ilhas do Corvo, São Jorge e Terceira não foram registados, até ao momento, quaisquer estragos nos portos de pesca, mas serão efetuados trabalhos de manutenção das gruas, por terem estado sujeitas a mar alteroso.

Na ilha Graciosa, foram identificados alguns estragos no porto de pescas da Folga, nomeadamente a destruição parcial das casas de aprestos e o extravio dos aprestos, sendo que o muro da zona contígua à rampa de varagem do porto foi destruído e o entreposto frigorífico ficou com o telhado danificado.

O Secretário Regional do Mar referiu que será feita “uma estimativa dos prejuízos” causados pelo furacão Lorenzo e destacou o “bom trabalho” levado a cabo pelas associações do setor, pelos armadores e pescadores que, “com sentido de responsabilidade, acataram as orientações das autoridades e protegeram as suas embarcações”.

Gui Menezes frisou que, “se não tivessem sido tomadas as devidas precauções, muitas embarcações e equipamentos de pesca teriam ficado gravemente danificados”.

Ao final da tarde desta quarta-feira, durante uma segunda visita ao Porto das Lajes das Flores, o titular da pasta das Pescas esteve reunido com vários armadores e pescadores para dar nota de algumas das diligências que vão ser tomadas já nos próximos dias para fazer face aos prejuízos provocados pelo furacão Lorenzo.

Refira-se ainda que a Direção Regional das Pescas vai convocar, em breve, o Conselho Administrativo do Fundopesca para avaliar a ativação desta compensação salarial para os pescadores que ficarão impedidos de ir ao mar.

No que respeita a danos na orla costeira, até ao momento, a ilha do Faial é a que apresenta mais estragos, com as freguesias da Feteira e das Angústias a serem as mais afetadas, em especial a zona de Porto Pim, onde o pavimento da estrada e os muros de cortina entre o Portão de Porto Pim e o Forte de São Sebastião foram gravemente danificados.

Também se registaram danos no passadiço de acesso ao areal e na estrada de acesso ao Aquário de Porto Pim.

Ainda no Faial, as piscinas do Varadouro, na freguesia do Capelo, e as piscinas de Castelo Branco foram destruídas.

Na ilha do Pico, praticamente todas as zonas balneares, entre a Manhenha e a Madalena, registaram estragos, sendo que quinta-feira, 3 de outubro, se irá proceder a um levantamento preliminar dos prejuízos.

“Durante os próximos dias teremos um levantamento mais exaustivo de todos os danos causados nas áreas costeiras de todas as ilhas afetadas, dado que as equipas ainda se encontram no terreno”, referiu Gui Menezes.

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