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Porto de Setúbal começa 2019 em crescimento

Depois de fechar 2018 com uma quebra de 6,8% na movimentação de carga, devido às sucessivas greves de estivadores e à perda de linhas frequentes a operarem em Setúbal entre Novembro e Dezembro, a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra revela agora o balanço do início deste ano, com destaque para um crescimento de 3,5% em Janeiro, face ao período homólogo de 2018.

Nos três terminais de uso público, o Ro-Ro (Roll On – Roll Off), onde a Autoeuropa, mantém a sua concessão e movimentação de veículos e componentes automóveis para exportação e importação, registou o maior aumento de movimentação na ordem dos 36%. Enquanto o TMS-1, cuja movimentação com mais relevância corresponde a graneis sólidos, tendo como exemplo mármore, blocos de betão, aço e estilha para o fabrico de pasta de papel, registou um movimento de 21,5%.

No TMS-2 o crescimento no início de 2019 é correspondente a mais de 13%, sendo principal foco de movimentação de carga geral fraccionada e carga contentorizada.

Um Porto de Pesca e Indústria à espera de acessibilidades

 

“Setúbal tem a história de um porto que nasceu intimamente ligado à actividade económica e industrial, não sendo planeado de raiz, ao contrário de outros portos da região, como Sines”, conta Lídia Sequeira, presidente da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS), recordando que, “ainda hoje o Porto de Setúbal mantém essas características”.

Um porto que mantém um transporte muito significativo de carga de granel, “nomeadamente de graneis sólidos”, mas também está associado à carga e descarga de diversos “produtos das indústrias da região”.

Da vida do Porto de Setúbal é indissociável “a forte ligação à pesca, que começou com a indústria conserveira”, desde os primeiros momentos na década de 40, do século XX.

Ao longo do século XX a indústria conserveira perdeu a força em Setúbal. Contudo, “o Porto de Setúbal reinventou-se e dedicou a sua actividade ao movimento de carga contentorizada que, hoje, pode ser tudo o que imaginarmos”, revela a presidente da APSS. “Temos aço, estilha para a fabricação de pasta de papel na Navigator, produtos alimentares. E o mais inimaginável há anos atrás: pedra”. Dos blocos de betão, ao mármore.

Um Porto que fixa agora o seu futuro na melhoria das acessibilidades marítimas, através do projecto de dragagens previsto para o leito do Sado. E a perspectiva de melhores acessibilidades terrestres, com aquilo que seria “a real descoberta das potencialidades do comboio” desafia Lídia Sequeira, “através de uma futura linha que fosse para além de Sines-Évora- Caia e incluísse Setúbal-Sines-Évora-Caia”.

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