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APSS não admite dragados na Restinga até consenso com pescadores

A Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS) não permitirá depor dragados na zona da Restinga “até que haja uma solução de consenso com os pescadores”, admitiu fonte da APSS à Lusa, citada pela TSF. Segundo a mesma fonte, o que está previsto “é que o primeiro local a ser utilizado para deposição de dragados será o aterro, junto ao terminal Ro-Ro, tendo em vista a ampliação dos terminais portuários”.

De acordo com a TSF, numa reunião recente para debater o assunto, esteve presente a associação de pesca Bivalmar, representativa de pescadores “ligados à captura de bivalves” e que terá confirmado o compromisso da APSS. Ausente terá estado a Cooperativa de Pesca de Setúbal, Sesimbra e Sines (SESIBAL), com a qual estará já agendada uma reunião para amanhã.

Segundo terá admitido à Lusa um representante da Bivalmar, a presidente da APSS, Lídia Sequeira, terá garantido que “a deposição de dragados se irá fazer apenas na zona de ampliação dos terminais portuários até que seja encontrada uma solução de consenso dos pescadores”.

“No que respeita ao outro local possível para a deposição de dragados, a sul da barra, numa zona com uma profundidade de cerca de 80 metros, a nossa associação não se opõe”, acrescentou o mesmo representante da Bivalmar, notando que a deposição de dragados tem sempre impactos negativos, que a sul da barra serão menores do que na Restinga, somente com “dois metros de profundidade e de grande importância para captura de bivalves”, refere a TSF.

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