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Notícias

Sines tem tudo para ser a porta de entrada (e saída) da Europa

O desenvolvimento da ZALSINES, a criação de serviços de valor acrescentado, o potenciar dos terminais de gás natural liquefeito e de contentores, assim como as parcerias com portos espanhóis estão a levar Sines a um novo patamar.

É o principal porto nacional, representando mais de metade do total de carga movimentada no país. Isto apesar de ter registado, no terceiro trimestre deste ano, um decréscimo acumulado de 6% no que diz respeito à movimentação de mercadorias. Em todas as vertentes: granéis líquidos (-8,0%), nos granéis sólidos (-23,6%) e na carga geral fracionada (-16,6%) – quando comparado com o período homólogo. A justificação para a diminuição dos valores, no caso dos graneis sólidos, assenta nas condições climatéricas adversas, que levaram que as centrais termoelétricas nacionais reduziram a sua utilização de carvão (que corresponde a cerca de 96% dos granéis sólidos movimentados em Sines). Já nos contentores verifica-se que foi uma situação pontual dado que o porto anunciou que, a 12 de dezembro, teria ultrapassado o número de movimentação de contentores no Terminal XXI – 1.669.295 TEU, ligeiramente acima do valor registado no ano passado (1.669.057 TEU).

“O futuro do Porto de Sines não está no carvão”, afirma Jorge d’Almeida, presidente da CPSI Comunidade Portuária de Sines. Pelo contrário. Dos cinco terminais existentes, três deles dependem das atividades externas ao porto de Sines: terminal petrolífero (depende da refinaria); terminal da petroquímica (depende da Repsol); e terminal do carvão (depende das centrais termoelétricas de Sines e do Pego). Restam os terminais dos contentores (Terminal XXI) e o terminal do gás liquefeito, que são os que mostram um elevado potencial de crescimento. E que são aqueles que não apresentam carga cativa, pelo que Sines tem de apresentar um serviço diferenciador como forma de ser competitivo.

Das duas, o gás natural talvez seja “o mais fácil”. Primeiro há que olhar para o mercado mundial de produção de gás natural liquefeito, com os Estados Unidos da América a ganhar volume e a firmar um papel de grande exportador – basta pensar nos acordos assinados entre aquele país e a Europa. E aqui Sines têm uma posição geográfica privilegiada. “Tudo o que temos de fazer é oferecer condições operacionais que permitam que aumentem as exportações dos EUA para a Europa”, refere Jorge d’Almeida, acrescentando que isso é algo que já está a acontecer. Digamos que faz todo o sentido que a importação europeia de gás natural liquefeito, comprado aos EUA, seja feita via Sines. Com uma vantagem adicional. Sines tem capacidade para receber mais gás natural sem ter necessidade de efetuar grandes investimentos.

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