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Notícias

PORTO DE SETÚBAL

Operadores já não têm condições para incorporar 56 trabalhadores eventuais

Em declarações exclusivas à Revista Cargo, Diogo Marecos, presidente da Operestiva, adiantou em primeira mão que as condições existentes na passada semana, quando estava em cima da mesa a proposta de incorporação imediata de 56 estivadores eventuais no Porto de Setúbal, deixaram de ser uma realidade ao longo da actual semana, devido à já noticiada perda de actividade, com a saída de três armadores – MacAndrews, Arkas e Tarros -, representando uma perda de 70% nos tráfegos contentorizados. Perante esta nova realidade, Diogo Marecos acrescenta que neste momento não pode ser efectuada a «admissão imediata de 56 trabalhadores».

«Os três armadores decidiram já deixar de escalar o Porto de Setúbal, o que faz com que a Sadoport perca 70% da carga. Esta perda determina que a proposta de admissão imediata de 56 trabalhadores não possa ser efectuada, dado que a estrutura de custos com pessoal deixa de poder ser satisfeita. Inexistindo facturação, será impossível quer à Operestiva, quer à Sadoport suportar os custos que advêm da contratação sem termo de um número tão elevado de trabalhadores», admite Diogo Marecos em declarações à Revista Cargo.

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