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Resíduos de navios de mercadorias em Leixões diminuíram no 1º semestre

"Os resíduos produzidos em Leixões (Porto), durante o primeiro semestre de 2018, face ao mesmo período de 2017, diminuíram, pelo que o aumento de carga movimentada não significa necessariamente aumento da produção de resíduos associada", avançou à agência Lusa fonte do gabinete de imprensa da APDL.

No primeiro semestre deste ano, circularam no porto nortenho de Leixões quase 10 milhões de toneladas de mercadorias, registando uma subida de 1,36% em relação ao período homólogo de 2017.

Questionada pela Lusa sobre se aquele aumento do movimento de mercadorias também levou a um aumento da recolha de resíduos e esgotos em Leixões, a APDL explica que a recolha de resíduos de navios de mercadorias até diminuiu face a 2017.

"O aumento do movimento de mercadoria em Leixões, durante o primeiro semestre de 2018, deu-se, especialmente, devido ao tráfego roll-on/roll-off (carga que embarca e desembarca em cima de rodas) e à carga contentorizada" e, nesse seguimento, "tratam-se de cargas que não produzem resíduos de maior, pelo que o aumento do movimento deste tipo de mercadorias, em nada contribui para o crescimento da produção de resíduos em Leixões", explica a APDL.

A APDL acrescenta ainda que os resíduos produzidos em Leixões seguem um circuito "ambientalmente correto" que começa na emissão das Guias de Acompanhamento de Resíduos eletrónicas "até ao seu destino final".

O serviço de recolha, transporte e acompanhamento dos resíduos até ao destino final é executado por uma empresa prestadora deste serviço.

No que diz respeito ao movimento de cruzeiros de passageiros, a APDL disse que os meses de maio e setembro/outubro são, por norma, aqueles períodos onde costuma haver mais movimento de navios de passageiros porque as "companhias evitam o pico do verão de julho e agosto, direcionando para destinos de praia, e os picos de inverno de novembro a março onde o clima é mais adverso nesta região norte".

Como consequência, há um "claro aumento da recolha" de resíduos urbanos nesses meses em que há mais navios de passageiros a escalar o porto de Leixões, contudo a APDL admite que não tem analisados os dados da recolha de resíduos equiparados a urbanos por tipos de navios.

"A tipologia e a quantidade de resíduos recolhidos aos navios dependem de vários fatores como, por exemplo, o número de navios que escalam anualmente o porto, a dimensão e o tipo de navio, a rota dos navios (navios que escalam portos muito próximos, não descarregam os seus resíduos em todos os portos), a disponibilidade de serviços de recolha de resíduos em outros portos ou a ocorrência de algum problema com um único navio que pode levar a necessidade de descarga de uma grande quantidade de resíduos", explicou a APDL.

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