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Porto de Setúbal (+0,7) foi o único a escapar à variação negativa em volume de TEU

Os dados veiculados pela AMT relativamente à movimentação de mercadorias nos portos do Continente dão conta de que o processamento de contentores foi «muito influenciado pela forte quebra registada nas operações de transhipment realizadas no porto de Sines (-26,3%)», que levou a «uma evolução de -21,6% no volume de TEU ali movimentado», explicou a AMT. Em termos de TEU, denota a AMT, Setúbal foi o único a escapar à variação negativa.

«Quebra global em TEU» fruto «da conjunção das variações de -24,6% nas operações de transhipment e de -2,5% nas operações com o hinterland»

Mais explica a AMT, neste contexto, que para se compreender melhor o efeito do abrandamento do transhipment na movimentação global de contentores, «sublinha-se o facto de a quebra global em TEU acima referida resultar da conjunção das variações de -24,6% nas operações de transhipment e de -2,5% nas operações com o hinterland, nas quais Sines regista um crescimento positivo, de +2,1%».

Porto de Setúbal com ganho de 0,7% e total de 49 488 TEU entre Janeiro e Abril

O «decréscimo generalizado na maioria dos portos» foi, no entanto, contrariado por um único porto: o de Setúbal. O porto sadino foi o único a registar uma variação positiva entre Janeiro e Abril de 2018 em termos de TEU, com um ganho de 0,7% e um total de 49 488 TEU. No final das contas, revela a AMT que «o efeito conjugado de todas estas variações é de uma redução de -14,2% do volume de TEU», para os 926 386 TEU.

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