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Notícias

Portos movimentam 28,9 milhões de toneladas até Abril e recuperam 8,8% face a Março de 2018

Os mais recentes dados da AMT, que compilam a movimentação de mercadorias nos portos portugueses entre os meses de Janeiro e Abril, dão conta que, nessa janela temporal, processaram-se 28,9 milhões de toneladas, um «volume idêntico ao do último quadrimestre de 2017, ainda que inferior em -9,8% ao seu homólogo desse ano». O mês de Abril verificou «uma subida de +8,8% face ao mês anterior, ainda que inferior a -6,8% face a Abril de 2017», sendo processadas 7,9 milhões de toneladas.

 

Extraordinário desempenho de Sines em 2017 faz parecer 1º quadrimestre pior do que realmente é, explica a AMT

Este abrandamento homólogo, explica no relatório a AMT, tem uma explicação lógica baseada no factor de distorção colocado no exercício comparativo pelo desempenho singular do Porto de Sines no primeiro quadrimestre de 2017. «Será relevante para a melhor compreensão deste desempenho global do sistema portuário, o pico verificado no movimento de Carga Contentorizada no porto de Sines precisamente no 1º quadrimestre de
2017», analisa a AMT.

Lembra a entidade «que ainda hoje», tal desempenho do porto alentejano «representa o mais elevado de sempre observado nos períodos de quatro meses consecutivos flutuantes. É com este valor que se efectua a comparação do período em análise, Janeiro-Abril de 2018».
Face a 2016, portos movimentaram mais 1,3%, aponta a AMT

Mas, se em termos comparativos, o período Janeiro-Abril fica a dever ao referente a 2017, o mesmo não se passa quando o comparamos com 2016: « o volume do 1º quadrimestre de 2018 excede o seu homólogo de 2016 em +1,3%», com «a tendência de evolução apurada nos últimos cinco anos tem subjacente uma taxa média anual de crescimento de +4,6%».
Com variação de -18% (14,9 milhões de toneladas), Sines influencia descida generalizada

«Para o comportamento global negativo foi determinante a influência do porto de Sines que registou uma
variação de -18%, a reflectir a diminuição no tráfego de Carga Contentorizada (-22,2%), mas também dos
Produtos Petrolíferos (-15,5%) e do Carvão (-26%)», descreve a AMT, destacando que o desempenho dos contentores justifica-se, essencialmente, através do decréscimo do transhipment, «que registou um decréscimo de -26,3% no volume de TEU movimentados face ao período Janeiro-Abril de 2017», relembrando que este tráfego é responsável «por 78,6% do movimento de TEU do porto e 44,4% do total dos portos do Continente».

Sines não é, no entanto, excepção, já que se faz acompanhar «pela maioria dos portos»: Lisboa recuou 1,2%, Setúbal 2,8%, Figueira da Foz 1,5%, Viana do Castelo 4,6% e Faro 17,5%. Apenas os portos de Leixões e Aveiro foram contra a tendência generalizada, registando crescimentos de +0,4% e +8,7% e atingindo as respectivas «melhores marcas de sempre».
Carga contentorizada representou 53,4% «do total da carga ‘perdida’»

A carga contentorizada «representou 53,4% do total da carga ‘perdida’ face ao período homólogo de 2017», tendo apresentado uma diminuição de -15,2%, para 10,8 milhões de toneladas; além dessa variação negativa, existem outras tidas como «significativas», como a descida de 8,5% (nos produtos petrolíferos (efeitos da paralisação planeada da refinaria da Galp) e de 25,2% no carvão, «reflectindo o reverso do forte crescimento observado em 2017, onde se registou um acréscimo anormal da actividade das termoeléctricas».

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