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Notícias

Lisboa quer afirmar-se como Capital Atlântica

Lisboa quer afirmar-se como «Capital Atlântica» com uma estratégia para o mar, anunciou a Câmara Municipal de Lisboa (CML) na conferência «Lisboa Capital Atlântica». Com o objectivo de desenvolver uma estratégia para o mar e de gerar economia azul, a autarquia está agora a concentrar-se num projecto específico denominado Blue Tech Accelerator.

O programa já conta com alguns parceiros: Grupo ETE, Galp, Administração do Porto de Lisboa (APL), Administração dos Portos de Sines e Algarve (APS), Direccção Geral de Política do Mar (DGPM), Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e European International Shipowners Association of Portugal (EISAP), que são os primeiros promotores do programa.

Desde fundos, a estratégias de marketing, oferta da cidade para experimentação e ligação com as Universidades e com todo o ecossistema empreendedor, num sector que precisa de inovação, a CML irá apoiar start ups que podem até não trabalhar com o mar, mas que podem auxiliar em algo na área.

“O que estamos a fazer agora é juntar todos os projectos numa visão estratégica, num conjunto de iniciativas; é muito difícil ter uma noção de qual o investimento que já foi feito no mar, pois a Câmara já investiu muito dinheiro em grandes projectos na zona ribeirinha, desde o terminal de cruzeiros a investimentos conjuntos com o porto de Lisboa; mas estes não estão integrados nesta ideia que temos agora de trabalhar, com o cluster do mar de uma forma muito mais integrada”, referiu Paulo Carvalho, Director Municipal de Economia e Inovação da CML.

Abílio Martins Ferreira, Coordenador Municipal de Economia e Inovação da CML, refere: “para nós é importante que a cidade de Lisboa tenha algum contributo e seja mais do que um potencial, tenha dinâmica”. Assim, com o intuito de dinamizar um conjunto de acções que potenciam a economia do mar, promoverão projectos e acções que terão que ser actualizadas constantemente, explica, e terá que haver simbiose de interesses entre os diversos actores quer da cidade quer do exterior. “Afirmar Lisboa como a Capital Atlântica e não só Lisboa pois Lisboa é mais do que Lisboa. O que nos obriga a ser mais disponíveis às parcerias. Demonstrar que Lisboa continua a ser uma cidade sustentável e aberta”, conclui.

No âmbito das Estações Náuticas, António José Correia, ex-presidente da Câmara Municipal de Peniche, revelou ainda que apesar de no início se terem previstas sete estações náuticas, entretanto a Ministra do Mar sugeriu 10 e, neste momento, a expectativa são 15 estações náuticas, sendo que Coimbra poderá aparecer com três. Com inscrições a terminar a 30 de Junho, os resultados sairão brevemente. Assim, reflecte, “Lisboa pode ser um caminho, um Portugal náutico sem uma estação náutica na grande área de Lisboa, não faz sentido”.

Na opinião de Gonçalo Santos, da EISAP, “Lisboa só precisa de inovação, promoção e conseguir que os problemas burocráticos sejam resolvidos, porque Lisboa pode ser a capital do shipping e pode aproveitar o Brexit”.

É de recordar que, segundo um estudo do Prof. Augusto Mateus, revelado na conferência, o impacto do porto de Lisboa são 58 mil milhões de euros na produção nacional, 16% do emprego em Portugal e 15% da riqueza gerada a nível nacional. Sendo Lisboa o maior pólo de consumo do país, é responsável por 70,4% do comércio nacional de mercadorias.

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