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SANTOS SILVA NOS EUA

Sines na agenda do MNE

África e segurança marítima por um lado, China pelo outro. Nas reuniões do ministro dos Negócios Estrangeiros com a contraparte americana, o secretário de Estado, Mike Pompeo, e o Conselheiro Nacional de Segurança, John Bolton, estes foram dois assuntos constantes. O primeiro introduzido por Portugal, o segundo pelos Estados Unidos.

“A ideia da segurança marítima na África Ocidental é vital e estratégica para Portugal e a nossa relação com essa parte do mundo torna-nos um país especialmente à vontade para fazer a ligação entre o Atlântico Norte e o Atlântico Sul, e daí a nossa ideia de um Centro de Segurança Atlântico nos Açores”, disse ao Expresso a partir de Washington o ministro Santos Silva.

Por sua vez, a relação com a China e os seus investimentos em Portugal são de “especial interesse para os Estados Unidos, que estão cientes da presença económica chinesa no nosso país”, acrescentou o ministro, que sublinhou o facto de a EDP Renováveis ter uma presença importante nos EUA, o que vai obrigar as autoridades deste país a pronunciarem-se sobre a OPA chinesa. “Expliquei o que quer dizer o investimento chinês em Portugal, a relação histórica com Macau e também que os principais investidores no país são europeus”.

País europeu atlântico

O ministro está nos EUA desde quinta-feira, a preparar o encontro do Presidente da República com Donald Trump na quarta-feira, a primeira desde há sete anos, quando Cavaco Silva foi recebido por Barack Obama na Casa Branca, no auge da crise do euro. “O encontro é o fecho de abóbada de uma atividade muito intensa de promoção de Portugal nos Estados Unidos”, disse o ministro. Essa ação incluiu uma viagem de quase uma semana do primeiro-ministro, além da deslocação do próprio PR para as celebrações do 10 de Junho junto das comunidades portuguesas.

Marcelo disse na sexta-feira que vai falar com Trump da importância da NATO, mas também do milhão e meio de portugueses que vivem nos EUA. “Isso tem consequências importantes. São americanos e são portugueses. Esse é um ponto central da nossa conversa”, afirmou o PR. Será possível que fale de migrações num sentido mais alargado, apurou o Expresso.

“Os Estados Unidos fizeram saber o seu apreço que Portugal tenha tido esta atitude”, salientou ainda Santos Silva, que fez questão de vincar que Portugal “é um país europeu atlântico” e que a relação dos EUA com este eixo europeu era “essencial”. O ministro disse também aos aliados que, apesar das divergências, o “equilíbrio geopolítico mundial depende muito do funcionamento da aliança transatlântica”.

Às reuniões com os dois dirigentes, na quinta-feira, somou-se um seminário da FLAD. Na segunda-feira, terá um jantar de trabalho sobre “Portugal an European Hub”. O porto de Sines é a porta de entrada de 30% do gás natural americano na Europa, o que é uma oportunidade comercial, económica e de segurança, “porque quanto mais gás natural americano entrar na Europa menos esta fica dependente de um só fornecedor”, disse o ministro.

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