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PORTOS REGISTARAM QUEBRA NO PRIMEIRO TRIMESTRE MAS JÁ DÃO SINAIS DE RETOMA E APONTAM A NOVO ANO DE RECORDES

Os dados divulgados pela AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes mostram que os portos do continente registaram, no primeiro trimestre de 2018, uma movimentação de 21,9 milhões de toneladas de mercadorias, o que representou um recuo de 10,9% face ao ano transato. Contudo, importa salientar que os meses de março e, sobretudo, de abril já denotaram sinais de retoma que apontam para um regresso à tendência de crescimento.

Os dados do primeiro trimestre espelham um início de ano com maiores dificuldades para a operação portuária, devido a fatores externos, como as condições climatéricas adversas, que atrasaram entradas e saídas de navios em porto e afetaram várias operações.

Por outro lado, é também conhecido o impacto da evolução dos resultados do porto de Sines no total portuário nacional – um porto que detém mais de 50% do total de carga nos portos do continente. Neste porto, as operações para além de terem sido condicionadas pelas condições climatéricas adversas, foram também afetadas pelas paragens técnicas de algumas importantes unidades produtivas da região. Assim, nos primeiros três meses do ano, Sines perdeu 2,5 milhões de toneladas, o que representou uma redução de 18,5% face ao período homólogo de 2017, contribuindo de forma decisiva para o recuo do sistema portuário nacional.

Depois da tempestade, a bonança

Contudo, com a estabilização das condições climatéricas e das operações portuárias, surgiram os primeiros sinais de recuperação. O Porto de Leixões, por exemplo, depois de registar um primeiro trimestre com uma quebra acumulada de -4,67% (fortemente impactado pelas condições climatéricas que fizeram perder 20% de carga no mês de março), registou um excelente mês de abril (+16%) e já está a crescer no primeiro quadrimestre deste ano face ao mesmo período de 2017 (+0,47%) – e é importante lembrar que 2017 foi o melhor ano de sempre no porto de Leixões.

Também o porto de Lisboa já mostra sinais de retoma e, depois de registar quebras nas movimentações de janeiro e fevereiro, evidenciou sintomas de recuperação em março, que se confirmaram no mês de abril e que resultaram já num aumento de 2,5% no tráfego de Granéis Sólidos no presente quadrimestre, quando comparado com os primeiros quatro meses de 2017.

Ainda no primeiro quadrimestre de 2018, o porto de Aveiro movimentou perto de 1,8 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 8,71% face ao período homólogo de 2017, mantendo assim a trajetória de crescimento acentuado que já tinha ficado evidente no ano passado.

2018 deverá ser novo ano de vários recordes

Apesar do primeiro trimestre abaixo das expectativas, a movimentação de mercadorias no sistema portuário nacional está a regressar aquilo que tem sido a normalidade dos últimos anos – o crescimento ano após ano.

No porto de Lisboa, as perspetivas apontam para um 2018 a crescer, sendo de prever que termine o exercício com um aumento de movimentação de mercadorias na ordem dos 3% - que, a confirmar-se, fará deste o melhor ano de sempre da última década!
Já no porto de Sines, prevê-se que o segmento de contentores continue a tendência de crescimento dos últimos anos, com estimativas de um aumento acumulado na ordem dos 5% em 2018.

No porto de Aveiro, depois de um primeiro trimestre recorde, é de prever novo ano de máximos (as estimativas apontam para que cresça 2% em 2018), depois do volume histórico alcançado em 2017.

Quanto ao porto de Setúbal, registou uma ligeira quebra de -1% no primeiro trimestre mas isso não deverá impedir que feche o ano com um crescimento significativo de 9%. Por fim, no porto da Figueira da Foz, depois de um recuo de -1,5% no primeiro trimestre, as perspetivas apontam para um crescimento de 2% no acumulado anual.

No que diz respeito às perspetivas globais para o ano 2018, as previsões apontam para um novo máximo histórico no segmento dos Contentores, que deverá crescer mais de 3% e ultrapassar a fasquia dos 3 milhões de TEU’s – o que será um feito inédito no sistema portuário nacional.