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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

José Simão faz o retrato do progresso da «consolidação» dos sistemas aplicacionais da DGRM

O evento ‘Shipping 4.0 – O Mar de Amanhã’, realizado nas instalações da ENIDH, será, efectivamente, um dos momentos altos do ano em termos de reflexão sobre o vasto e actual tema da digitalização nos sectores do Transporte e da Logística. A quarta revolução faz-se sentir já no presente e a isso não tem ficado indiferente a DGRM: a presença do director do organismo no seminário serviu para elucidar a plateia sobre os progressos feitos na área da Administração Marítima.

A intervenção de José Carlos Simão foi um retrato da evolução de mais de um ano de trabalho ao nível da nova geração dos sistemas da Administração Marítima. Por se tratar de um organismo bastante complexo, pelo qual se cruzam vários stakeholders com diferentes interesses e preocupações e através do qual se forma uma intrincada rede de funções e respostas diferenciadas, «desde o pequeno pescador ao grande armador», o tema da «consolidação parcial dos sistemas da DGRM», como explicou, ganha especial relevância.

Com «clientes muito variados» e stakeholders de múltiplas índoles, como universidades, associações, organizações internacionais (como é o caso da IMO), grande armadores de cariz mundial, profissionais ligados à actividade da pesca e até a área da náutica de recreio, a DGRM avançou no trilho da harmonização dos seus procedimentos com as exigências de eficiência e acessibilidade do futuro na comunicação com os stakeholders e na arquitectura organizacional dos dados.

«Consolidação parcial» dos sistemas no bom caminho

Lembrando que co-existiam «42 sistemas aplicacionais», José Carlos Simão explicitou que a necessidade de redefinir uma «arquitectura de sistemas» da info-estrutura do organismo era prioritária, de forma a diminuir a «complexidade», os custos e os potenciais problemas que derivam dessa pecha. A «busca da compatibilidade» nos processos, através de uma «aposta em software aberto», foi acompanhada da evolução legislativa, que deu aval à criação do Sistema Nacional de Embarcações e Marítimos (SNEM) e do Bmar (Balcão Electrónico do Mar), que, oportunamente, a Revista Cargo reportou.

SNEM e Bmar ao detalhe na conferência ‘Shipping 4.0′

A lei nº9/2018, de 2 de Março, avalizou os dois instrumentos, sendo a DGRM responsável pelo tratamento dos dados inseridos neste sistema – o SNEM será um sistema de dados central e único que com intuito de dar publicidade aos registos e certificações e agregar e organizar informação relativa à actividade marítima. O acesso é feito através do Bmar, que operará qual interface único ao SNEM, no qual se poderão efectuar pedidos ao Estado, e pelo mesmo canal de comunicação, obter resposta, explicou, detalhadamente, o presidente da DGRM.

O teste do sistema arrancará, revelou José Carlos Simão, já em Junho deste ano, com o segmento da náutica de recreio, um processo que contará com o auxílio da ENIDH, com vista à «desmaterialização e harmonização de procedimentos», tornando obsoleta a necessidade de deslocações contínuas, sublinhou.

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