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A energia eólica offshore está a crescer na Europa

Estatísticas da WindEurope, associação não lucrativa representativa do sector de energia eólica, revelaram que 2017 foi um ano recorde para a eólica offshore na Europa, tendo aumentado 25% em relação ao ano anterior, mais 3,1 GigaWatts (GW), com investimentos de 7,5 biliões de euros. No total, a energia eólica atingiu 15,8 (GW) de capacidade instalada e conectada à rede.

Este crescimento foi motivado pelo crescimento das construções e o financiamento do sector na Europa, com 13 novos parques eólicos offshore, sendo que o Reino Unido e a Alemanha foram os países que mais contaram para esses números – tendo instalado 1,7 GW e 1,3 GW respectivamente. Estão ainda 11 em construção, que adicionarão 2,9 GW a este panorama.

Neste momento, a Europa tem 4.000 turbinas offshore de energia eólica a operar em 11 países, com um tamanho médio das novas turbinas de 5,9 MegaWatts (MW) (um aumento de 23% face a 2016), e uma dimensão média dos novos parques de 493 MW (um aumento de 34% face a 2016). Pelo que se calcula que em 2020 estes projectos rendam 25 GW, ainda que 98% concentrados em cinco países – Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Holanda e Bélgica.

Giles Dickson, CEO da WindEurope, explicou: “Um aumento de 25% num ano é espectacular. As eólicas offshore são agora parte importante do sistema de energia. E os custos decresceram rapidamente. Investir nas eólicas offshore, hoje, não custa mais do que na energia convencional. O que mostra uma Europa pronta para abraçar metas para as energias renováveis ​​muito maiores para 2030, sendo que 35% é facilmente alcançável. Sobretudo agora, que os parques eólicos offshore flutuantes estão também a entrar em uso”.

Dickson acrescentou: “Veremos um maior crescimento em 2018 e 2019. Mas a perspectiva de longo prazo para as eólicas offshore não é clara. Muito poucos países já definiram novos volumes a instalar até 2030. Os Governos, que estão a preparar os Planos Nacionais sob o Pacote de Energia Limpa, dir-nos-ão mais. A mensagem aos Governos enquanto eles preparam os seus planos é que vão para as eólicas offshore; é perfeitamente acessível e mais económico ainda; é uma forma estável de energia com factores de capacidade crescente e é made in Europe, apoiando empregos, indústria e exportações”.

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