Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

Ferrovia de Sines vai ao encontro das pretensões da Câmara de Santiago do Cacém

A Câmara Municipal de Santiago do Cacém reuniu, no dia 5 de janeiro, na sala de sessões da sede do município, uma reunião com técnicos da Infraestruturas de Portugal (IP) para apresentação do projeto de criação do Corredor Ferroviário internacional Sul, que engloba a modernização da linha de Sines.

Uma reunião que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Álvaro Beijinha (na foto), e técnicos da autarquia, na qual a Infraestruturas de Portugal esclareceu os objetivos do projeto e atual ponto de desenvolvimento do mesmo, bem como recolheu propostas que possam vir a ser acolhidas para a sua concretização.

O projeto para o Corredor Internacional Sul envolve a modernização da ligação ferroviária entre Sines e a Linha do Sul, uma empreitada com um custo estimado em 54MEUR e comparticipada pela União Europeia em 80%.

Tem como objetivos a melhoria da ligação ferroviária aos portos de Sines, Setúbal e Lisboa, o incremento da capacidade permitindo maiores velocidades e o cruzamento de comboios com 750 metros de comprimento, o reforço da fiabilidade e segurança do serviço ferroviário e da segurança rodoviária através da automatização e supressão de diversas passagens de nível através da construção de desnivelamentos ao longo deste troço, nomeadamente na zona de Santiago do Cacém.

De acordo com Álvaro Beijinha "esta é uma obra decisiva para o desenvolvimento da nossa região. O concelho de Santiago do Cacém está muito ligado a Sines, uma vez que grande parte da mão-de- obra do Complexo Industrial e Portuário reside no nosso Município."

A Câmara Municipal, a par de outras entidades, tem exigido ao longo de anos a construção de uma nova linha ferroviária de transportes de mercadorias com ligação a Espanha, que seja mais célere e mais moderna. Um projeto que tem sido adiado e como recorda Álvaro Beijinha "já esteve sobre a mesa um projeto de traçado que a Câmara foi frontalmente contra, porque previa um troço que atravessava uma área de montado, ambientalmente importante, dividia as cidades de Santiago do Cacém e de Vila Nova de Santo André, passava junto ao Hospital e ao Badoka Safari Parque."

Mais recentemente o projeto foi retomado e avaliadas as propostas defendidas pela autarquia com o aproveitamento do traçado existente até Ermidas-Sado, "vão ser feitos investimentos consideráveis, vimos com satisfação o que nos foi colocado, apenas há questões de pormenor para corrigir que se prende com as passagens de nível e consequentemente com a segurança das pessoas. Globalmente esta reunião foi profícua e vai globalmente ao encontro do que a Câmara Municipal defende", conclui Álvaro Beijinha.

A obra vai contribuir para o crescimento do Porto de Sines e a sua concretização, de acordo com a Infraestruturas de Portugal vai permitir a redução do tempo de trajeto dos comboios de mercadorias entre Sines e Elvas/Caia; a utilização de tração elétrica ao longo de todo o trajeto; o aumento da segurança e da fiabilidade da exploração ferroviária, em resultado da instalação de novo sistema de sinalização e telecomunicações; a redução da sinistralidade rodoviária e ferroviária com a eliminação de passagens de nível; potenciar a redução da sinistralidade rodoviária com a possível transição do modo rodoviário para o ferroviário no transporte de mercadorias e o aumento de capacidade diária na saída de Sines dos atuais 36 comboios de 400 metros para 51 de 750 metros.

fonte