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Dirigível poderá monitorizar zonas marítimas remotas

UBI, IST e empresas estão envolvidos num projecto de dirigível que pode constituir um meio de monitorização em zonas remotas de difícil acesso, incluindo marítimas.

Recentemente, uma equipa do Clube de Estudantes da AFCEA (Associação para as Comunicações, Electrónica, Informações e Sistemas de Informação para Profissionais da Universidade da Beira Interior (UBI) apresentou publicamente um projecto, ainda em investigação, que pode vir a constituir um meio de vigilância para zonas remotas de difícil acesso, incluindo marítimas.

O projecto, designado «Sustentabilidade de Transporte Aéreo Multifuncional», é constituído por “um dirigível modular hibrido manobrável, uma torre de acoplagem e respetivos mecanismos de carga e amarração”, segundo Tiago Rosa, vice-presidente do Clube de Estudantes da AFCEA da UBI. Segundo a mesma fonte, o dirigível “destaca-se pelo seu conceito único, que permite o transporte de pessoas, carga ou equipamentos de detecção e análise, podendo variar em tamanho, 9 ou 75 metros, não tripulado ou tripulado, respectivamente”.

Composto por módulos variados, o dirigível permite ter um veículo adaptado a situações de monitorização de zonas remotas de difícil acesso “a um custo reduzido”, refere Tiago Rosa.Sendo um dirigível um aeróstato – um veículo mais leve do que o ar, através de um gás contido dentro da sua estrutura (neste caso, hélio) – tem-se uma capacidade de sustentação acrescida que pode ser essencial a alguns teatros de operação”, explica o mesmo responsável.

Tiago Rosa esclarece também que “juntamente com um sistema de 4 rotores e 1 motor tradicional a hélice que permitem descolagem e aterragem vertical e em pouca distância, voo vertical e horizontal”, a manobrabilidade do dirigível “é aumentada”, permitindo-lhe “operar por longos períodos tempo – um aspecto fulcral ao olhar para a extensão, quer da fronteira terrestre, quer (sobretudo) de costa portuguesa e a actual vigilância da mesma”.

Neste momento, o projecto, que resulta de um consórcio firmado em 2014 entre o Núcleo de Investigação em Transportes (NIT) da UBI e o departamento de Investigação e Inovação em Engenharia Civil para a Sustentabilidade (CERIS) do Instituto Superior Técnico (IST), e com algumas empresas do sector como parceiras, tem um pedido de patente internacional (WO 2016195520 A1) em consulta pública. Por este motivo, Tiago Rosa optou por manter confidencialidade sobre aspectos relacionados com orçamento e financiamento do projecto, bem como sobre potenciais clientes.

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