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Portinho de Âncora vai ter dragagem de «emergência» de mais de 430 mil euros

O Governo vai investir mais de 430 mil euros em dragagens de emergência no portinho de Vila Praia de Âncora, em Caminha, face ao assoreamento daquela barra, lê-se no anúncio da adjudicação da obra .

A empreitada, há muito reclamada pelos pescadores daquela freguesia, tem um custo aproximado de 432 mil euros.

O projeto foi adjudicado pela Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos e tem um prazo de execução de 45 dias.

O assoreamento daquele portinho, que conta com pouco mais de vinte embarcações de pesca tradicional e uma centena de pescadores, é um problema recorrente.

Após vários anos de reivindicações, o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos gastou, no primeiro semestre de 2013, mais de 400 mil euros para dragar aquela barra.

Contudo, em junho desse mesmo ano, cerca de quinze dias depois de concluída a operação, a barra já se encontrava novamente assoreada, problema que os pescadores afirmam dever-se também à configuração do portinho, construído há cerca de uma década.

Na altura, Vasco Presa, presidente da Associação de Pescadores de Vila Praia de Âncora, reforçou à Lusa a necessidade de ser cumprida uma promessa antiga, de estudar uma reconfiguração dos molhes do portinho.

Naquela dragagem foram retirados do local cerca de 56 mil metros cúbicos de areia, quantidade que segundo os pescadores correspondeu a apenas a um terço da que afetava o portinho.

A dragagem anterior foi realizada há quatro anos e o portinho acabou por ficar totalmente assoreado, levando vários pescadores a desistirem da atividade.

Já este ano, em janeiro, cem pescadores de Vila Praia de Âncora ficaram em terra durante quase um mês por falta de condições de segurança para saírem para a faina, face ao estado do mar e ao assoreamento que persiste naquela barra.

Estima-se que a atividade piscatória envolva perto de 200 pessoas em Vila Praia de Âncora, da pesca propriamente dita à venda e ou à restauração.

A operação de desassoreamento do portinho de Vila Praia de Âncora foi considerada como prioritária, em 2012, pela secretaria de Estado do Mar, por a situação condicionar a atividade piscatória.

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