Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

Governo investe 6.067 milhões de euros em infra-estruturas prioritárias

O Governo aprovou um conjunto de 59 investimentos prioritários a concretizar nos próximos oito anos, que envolvem um investimento global de 6.067 milhões de euros, a maioria dos quais nos sectores marítimo-portuário e ferroviário.

As prioridades estão estabelecidas num relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho para as Infra-estruturas de Elevado Valor Acrescentado (GTIEVA) que o Governo enviou na sexta-feira para Bruxelas e cujas linhas gerais foram apresentadas pelo Ministro da Economia numa conferência de imprensa.

António Pires de Lima anunciou que o investimento será comparticipado por fundos comunitários e por privados.

"É um plano ambicioso, mas 6.067 milhões de euros por oito anos mostra também critério e prudência", disse o ministro.

Segundo o governante, 50% desses 6.067 milhões de euros serão financiados por fundos comunitários, por concessões privadas, "onde o interesse público seja totalmente protegido", e pelos Orçamentos do Estado dos próximos oito anos, num montante "que não deverá ser superior a uma banda de 1.400 a 1.700 milhões de euros".

Na apresentação do plano, o secretário de Estado das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, disse que o sector da ferrovia é importante "do ponto de vista estratégico, ambiental e de sustentabilidade do país, vai ter um peso de 44% do total do investimento, o marítimo-portuário 25%, a rodovia 15%, o transporte passageiros 12% e o aeroportuário 4%.

O plano divide-se em seis eixos de desenvolvimento prioritários, nomeadamente o Corredor da Fachada Atlântica, onde está previsto o desenvolvimento dos portos de Leixões, Lisboa e Sines e consolidação do corredor ferroviário Porto-Vigo, Lisboa-Porto e Linha do Oeste, e que terá um investimento total de 2.435 milhões de euros.

Para o Corredor Norte - ligação dos portos do Norte até Vilar Formoso, Túnel do Marão e a auto-estrada entre Coimbra e Viseu -- estão previstos 1.765 milhões de euros, enquanto para o Sul -- ligação ferroviária aos portos de Sines, Lisboa e Setúbal com ligação a Espanha e ao resto da Europa e reabilitação do IC33 -- o investimento será de 840 milhões de euros.

O Corredor do Algarve, para onde o plano considera prioritário o desenvolvimento do aeroporto de Faro e a modernização e desenvolvimento dos portos de Portimão e Faro, terá um investimento de 131 milhões de euros.

No Corredor do Interior, que abrange todos os distritos do interior do país e vai apostar na Via Navegável do Douro e na consolidação da linha ferroviária Porto/Aveiro-Vilar Formoso, entre outros, serão investidos 2.746 milhões de euros.

O Governo vai promover ainda o alargamento da oferta do transporte público de passageiros, com uma rede mais densa que cubra todo o país.

Segundo secretário de Estado, o investimento privado nestes projectos deverá ser um valor "um pouco superior a 1.800 milhões de euros".

Sérgio Monteiro frisou que "alguns projectos só avançam se houver privados" interessados e deu como exemplo a ligação por auto-estrada entre Coimbra e Viseu.

"Não aceitaremos que a matriz de risco fique desequilibrada e prejudique a entidade pública", afirmou.

Também dependente do interesse de privados está o futuro terminal de contentores, cuja "localização não foi discutida nem de forma genérica, nem específica".

"Não é função do grupo. É uma matéria técnica e ambiental entregue às autoridades ambientais e ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil", afirmou, acrescentando que apenas foi confirmada a necessidade de aumentar a capacidade de um terminal de contentores em Lisboa.

Inicialmente, o relatório elaborado pelo GTIEVA definia um total de 30 projectos prioritários até 2020, num investimento global de 5.103,8 milhões de euros.

fonte