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Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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PORTOS PORTUGUESES EM DESTAQUE NO DN

Alavancas de uma economia nacional em crise

Os portos são portas de entrada e saída de todo o tipo de mercadorias, isto é, de riquezas: o transporte marítimo representa 72% do comércio mundial e tem um papel fundamental no desenvolvimento do País, da economia e das exportações. Cerca de um terço das mercadorias exportadas por Portugal saíram por via marítima, o que corresponde a 11,5 mil milhões de euros, de acordo com o Plano 5+1 (de redução dos custos portuários), apresentado pelo Governo em 2012. O sistema portuário português, na globalidade, é um dos aspetos sorridentes de uma economia nacional em crise.

VEJA A NOTÍCIA EM PDF [1]   [2]

De 2009 a 2012, o movimento de mercadorias aumentou cerca de sete milhões de toneladas. No ano passado, afetado por greves, o movimento total de mercadorias atingiu quase 68 milhões de toneladas nos portos comerciais de Portugal continental (face a 66,8 em 2011), o maior nível de movimentação de sempre. O maior crescimento correspondeu aos portos de Leixões (1,5%), Figueira da Foz (5,6%) e Sines (10,7%). Enquanto isso, Lisboa perdeu 10,3% e Setúbal 12,1%.

A visibilidade do sistema portuário nacional tem vindo a aumentar. Quem o garante é José Luís Cacho, presidente da Associação dos Portos de Portugal (APP): "É de salientar o desempenho que os portos tiveram nos últimos dez anos. Se há alguma coisa que é boa no Estado, uma delas será seguramente os portos, empresas sólidas, sem problemas de endividamento, que têm vindo a crescer muito acima do crescimento da economia."

Isto é confirmado porto de Sines, que no ano transato atingiu um recorde com 28,6 milhões de toneladas movimentadas e entrou para o top 25 dos principais portos europeus. Também o porto de Leixões contrariou o quadro macroeconómico desfavorável. "Encerrou o ano com um novo máximo histórico de 16,6 milhões de toneladas movimentadas. Um crescimento sustentado pelo aumento no volume de exportações, que registaram um crescimento de 23% face a 2011, ano em que já registara um crescimento de 34%", indica Brogueira Dias, presidente da Administração dos Portos do Douro e Leixões.

O mesmo realça que "pela primeira vez um porto português conseguiu entrar na listagem dos mais importantes portos na movimentação de contentores [movimentou 633 mil TEU - a unidade de medida de um contentor], assumindo-se como um dos 125 mais importantes, acima de Bilbau".

Já a presidente da Administração do Porto de Lisboa, Marina Ferreira, reconhece que "o ano de 2012 foi muito condicionado pelo período alargado de greves dos estivadores" naquele porto, mas realça que "apesar disso a empresa teve um volume de negócios de 50 milhões de euros", o que "demonstrou a total sustentabilidade do porto de Lisboa."

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística, o movimento de mercadorias nos portos marítimos em 2012 aumentou 2,1% no tráfego internacional e diminuiu 7% no nacional. É impossível falar de portos, sem falar da globalização, um tema atual emergente que suscita discussões, aplausos e repulsas. Portugal, até pela sua posição geográfica e estratégica, é uma das pontas dessa globalização. "Se não houvesse transporte marítimo, se calhar não havia globalização. O País tem um posicionamento estratégico que nos faz pensar no potencial económico que pode gerar com o desenvolvimento do transporte marítimo e dos portos", afirma o presidente da APP.

Outro dos fatores que demonstram a importância dos nossos portos para a competitividade económica é, segundo José Luís Cacho, "que as nossas exportações têm vindo a aumentar para os países fora da Europa [cresceram 19,8% face a 2011]."

Parece que nem tudo é negro na situação atual da economia portuguesa: os portos apresentam-se como uma alavanca de ultrapassagem de crise. De acordo com o estudo "Os portos e a competitividade da economia portuguesa", levado a cabo pelo Espírito Santo Research, a atividade nos grandes portos nacionais representa "5,5% do PIB nacional."

FONTE

VISITE OS RECURSOS DA APLOP (ASSOCIAÇÃO DOS PORTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA), NA WEB