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Notícias

EXERCÍCIO NAVAL INSTREX

Jogos de guerra ao largo de Lisboa

Dez navios, dois submarinos, três aviões. Mergulhadores e tropa especial, entre 1300 militares. São estes os meios enviados por Portugal para levar a bom porto uma operação de imposição de paz, sob a égide das Nações Unidas, em Tugaland. Uma região fictícia onde um regime ditatorial, a Lustónia, não reconhece a independência de um jovem Estado, a Nicelénia.

É neste cenário virtual que até terça-feira, dia 16, decorre o INSTREX, um exercício militar bem real, organizado pela Marinha em parceria com a Força Aérea. Objetivo: estabilizar a Nicelénia.

Duas fragatas da força naval portuguesa, a "Vasco da Gama" e a "D. Francisco de Almeida", zarparam manhã cedo do principal porto deste país imaginado pelos militares, Lisboa. À saída do porto, o primeiro susto.

Alguns homens a bordo de um semirrígido tentam uma abordagem à "Vasco da Gama". Na fragata suspeita-se de um ataque terrorista de forças da Lustónia. Neste caso, manda o protocolo militar começar por fazer um aviso verbal, disparar alguns tiros de aviso, se não derem meia volta e, em último caso, abater a embarcação, anulando a ameaça. Foi o que aconteceu, virtualmente claro.

São exercícios como este que permitem treinar os militares, mantendo e melhorando as suas capacidades operacionais, há de explicar mais à frente o comandante da "Vasco da Gama", o capitão de fragata Ricardo Freitas Braz.

Pouco depois de sair a barra, mais um exercício. Tratava-se agora de efetuar uma trasfega de combustível, em mar aberto, para as duas fragatas em simultâneo. O navio reabastecedor "Bérrio" já estava à espera. É uma operação sempre delicada porque obriga os três navios a permanecerem lado a lado, a escassos 30 metros, durante o tempo necessário para atestar os gigantescos depósitos de 500 mil litros. No limite, poderão permanecer nesta situação, vulneráveis a um ataque de forças inimigas, durante duas horas.

"Quando está a operar, o nível do combustível nos depósitos não deve descer abaixo dos 70% o que obriga a reabastecer de dois em dois dias", explicar ao Expresso o porta-voz da Marinha, comandante Santos Fernandes.

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