Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

ALERTA!

«Caravelas portuguesas» nas praias algarvias

Alertam-se os utentes das praias da costa sul do Algarve para o aparecimento, nos últimos dias, de alguns espécimes de “caravela portuguesa” devendo ser evitado o contacto com esta espécie.


A “caravela portuguesa” (physalia physalis) é uma hidromedusa, de corpo constituído por uma estrutura emersa em forma de vela, de cor azulada e apresenta alguma transparência, à qual estão ligados longos tentáculos (que podem atingir vários metros), com filamentos urticantes que, em contacto libertam um “veneno”, causando dor intensa e instantânea e irritações cutâneas, mesmo que o animal se encontre fora de água ou morto.

Nos procedimentos a adotar no caso de ocorrer contacto físico com uma “caravela portuguesa”, aconselha-se a colocação de compressas de água do mar, gelada, e vinagre no local afetado, por períodos de 10-20 minutos, para alívio da dor. Não deve ser utilizada água doce ou álcool, pois provocam um aumento da libertação do veneno; também não se deve esfregar a área tocada, mas simplesmente tentar retirar os tentáculos ou partes da matéria ainda coladas à pele.

O manuseamento deste tipo de espécie marinha deve ser feito de forma indireta (luvas de proteção grossas, varas, camaroeiros, etc.), evitando qualquer contacto direto, mesmo quando se encontrem no areal, pois a toxina permanece ativa ainda que o animal fique exposto ao sol durante várias horas.

fonte