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Alargamento do canal de navegação na Foz do Tua deve iniciar-se em 2014

O canal de navegação na Foz do Tua, no Norte, vai ser alargado de 25 para 40 metros, num trabalho que se deve iniciar em 2014 com um investimento entre os 150 e os 200 mil euros, informa a EDP.

À margem de testes de navegabilidades realizados no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), o diretor do projeto da barragem de Foz Tua, Freitas da Costa, indicou que a barragem deve estar concluída em setembro de 2016, mas antes será alargada uma secção de navegação.
A empresa prevê que os trabalhos de alargamento se iniciem em 2014 e se prolonguem por dois meses, sem interromper a exploração turística pelos operadores de barcos da área.
As obras surgem no âmbito de um protocolo da EDP com o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM).
Joaquim Gonçalves, do IPTM, explicou tratar-se de um processo de remoção de rocha e que equivale à “duplicação das faixas de rodagem da Foz do Tua”.

Os testes realizados num modelo da barragem e da confluência entre os rios Tua e Douro surgem depois de estudos matemáticos, explicou o responsável da EDP.
“Os testes servem para mostrar que não vão estar em causa as condições de segurança na navegabilidade”, disse Freitas da Costa, acrescentando que os operadores podem continuar a usar as embarcações atuais depois de concluídas as obras.
Pelo IPTM foi lembrado que a navegação no Douro é possível graças aos lagos artificiais e que no passado as únicas embarcações que circulavam eram os barcos rabelos.

“Os testes servem para incorporar conhecimento para que a navegação não seja uma aventura. Estamos a antecipar os conhecimentos antes de 2016, utilizando a melhor tecnologia”, resumiu o responsável do IPTM, referindo que a “artificialização” reduz o assoreamento.
Uma das empresas que opera na área, a Douro Azul, saudou os testes, que podem “evitar surpresas depois das obras concluídas” e resolver de “forma simples” problemas que agora sejam identificados.
O presidente da empresa turística, Mário Ferreira, previu que a nova barragem faça crescer o turismo e tem já em desenvolvimento um projeto para o local: “solar houseboat” (‘casas-barco solares’).

O responsável sugeriu que para a futura albufeira do Tua se faça “turismo ecológico”, com apenas embarcações elétricas, como já acontece em algumas zonas dos Estados Unidos.
 

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