Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

SECRETÁRIO DE ESTADO DO MAR:

Há portos em Portugal com «peso exagerado» para o retorno que geram

O secretário de Estado do Mar disse esta quinta-feira que há portos em Portugal que têm um "peso exagerado" para o retorno financeiro que geram e defendeu que aquelas estruturas não devem ser um "fardo" para todos os portugueses.

"Há portos a nível nacional que têm um peso exagerado naquilo que são as necessidades para a sua manutenção e o retorno que geram", afirmou, sublinhando que é necessário refletir se é boa política manter a atividade desses portos.

Manuel Pinto de Abreu falava aos jornalistas à margem da cerimónia de inauguração de uma fábrica de conservas, no porto de pesca de Olhão, que resulta da desativação de uma antiga unidade e representou um investimento de 5,5 milhões de euros.
Durante o seu discurso, o governante defendeu que deve haver uma visão empresarial para os cerca de 100 portos de pesca e ancoradouros portugueses, para que possam ter mais retorno financeiro e não constituam um "fardo" para os contribuintes.

O secretário de Estado sublinhou que o Porto de Olhão não é um desses casos e anunciou, para o primeiro semestre do ano, um investimento de 250 mil euros para obras de melhoramento na estrutura, nomeadamente no piso, na iluminação e na portaria.
"A situação em que o porto [de Olhão] está neste momento decorre do facto de não ser feito investimento desde 1990", explicou, sublinhando que a estrutura "não está ao abandono".

O Porto de Olhão tem sido alvo de vários furtos e necessita de uma nova vedação, mas Manuel Pinto de Abreu referiu que ainda não há verba disponível e quem tem que ser lançado "um novo procedimento".
À entrada do porto, um pequeno grupo de pescadores aguardava a chegada do governante, empunhando faixas e cartazes a contestar a lei que proíbe o uso de caranguejo vivo como isco para capturar polvo.

A unidade que foi inaugurada resulta da desativação de uma fábrica que existia há mais de 100 anos na cidade e que vai agora ser transferida para as novas instalações, iniciando a laboração na segunda-feira.
A antiga J.A Pacheco - agora Farias Mar - emprega atualmente cerca de 90 pessoas, prevendo-se que venha ainda a criar 30 novos postos de trabalho, disse aos jornalistas o dirigente da unidade, José Farias.

A fábrica aposta na produção de conservas de alta gama e tem uma capacidade de produção de cerca de 4.000 toneladas por ano, que são na sua maioria para exportação, sobretudo para Itália.
 

VISITE OS RECURSOS DA APLOP (ASSOCIAÇÃO DOS PORTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA), NA WEB