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Lisnave registou aumento nas vendas de reparação naval em 2012

O administrador da Lisnave, Frederico Spranger, revelou ter a empresa registado um ligeiro aumento no volume de vendas de reparação naval em 2012, face aos 80 milhões de euros realizados no ano anterior.

"A Lisnave continua a ser uma empresa competitiva no Atlântico", assegurou Frederico Spranger, que referiu a "localização geográfica, a satisfação do cliente, o preço e o cumprimento dos prazos", como fatores decisivos para a escolha dos estaleiros navais da Mitrena por parte dos armadores.

Frederico Spranger falava aos jornalistas no dia que a empresa assinalou a receção do centésimo navio da empresa malaia AET - uma das líderes mundiais no transporte marítimo de petróleo -, que está a ser reparado nos estaleiros da Lisnave em Setúbal.

Apesar das dificuldades que se vivem no muito competitivo setor da reparação naval, a Lisnave tem conseguido fidelizar alguns clientes, como a AET, que faz regularmente a reparação de navios nos estaleiros navais de Setúbal.

A entrada do centésimo navio da AET, o "Eagle Turin", para reparação nos estaleiros da Lisnave, no passado dia 16 de fevereiro, constitui uma prova de confiança pouco comum no mercado da reparação naval.

Com sede em Singapura, a AET, que faz parte, desde 2003, do grupo malaio MISC, é cliente dos estaleiros da Lisnave desde 1998, ano em que entregou para reparação o primeiro petroleiro, o "Eagle Auriga", para reparação nos estaleiros da Mitrena.

Desde então, a empresa tem vindo a confiar, ano após ano, a responsabilidade da reparação/manutenção dos seus navios à Lisnave, reconhecendo, assim, a qualidade do trabalho nos estaleiros portugueses.

Embora satisfeito com esta parceria estratégica, o administrador Frederico Spranger advertiu para as dificuldades que o setor da reparação vai continuar a enfrentar nos próximos anos, porque o " transporte marítimo no Atlântico - onde a Lisnave é competitiva - não cresce".

Por outro lado, a Lisnave tem de concorrer com outros estaleiros europeus, de Cádis, Corunha, Roterdão, Malta e Grécia

Questionada sobre as alterações anunciadas para as administrações portuárias e sobre a possibilidade de haver apenas uma administração para os portos de Setúbal e Lisboa, Frederico Spranger não se mostrou preocupado e referiu que os portos de Nova Iorque e Nova Jersey, nos Estados Unidos da América, movimentam cargas muito superiores e também têm a mesma administração.

fonte: LUSA