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Notícias

Autarca da Régua apela ao Governo para não desmembrar Instituto Portuário

O presidente da Câmara da Régua, o social-democrata Nuno Gonçalves (na foto), apelou ao Governo para não desmembrar ou retirar do Douro o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), gestor da navegabilidade no rio.
O IPTM foi alvo de uma fusão e passou a integrar o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT).
Nuno Gonçalves aproveitou a visita do secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, à Régua, para enviar alguns recados ao Governo.

O autarca chamou a atenção para a importância do rio Douro para o turismo deste território e, por isso, apelou para que o IPTM “não saia” da Régua nem seja “desmembrado”.
“Terá que manter a sua independência e identidade. Não se pode por em causa a boa gestão desta estrutura”, salientou.
Defendeu ainda a necessidade de “manter seus recursos humanos”.
Almeida Henriques ouviu os recados e garantiu que os irá levar até Lisboa.
O IPTM está sobre a alçada do secretário de Estado dos Transportes e das Obras Públicas.

“Irei falar com o meu colega, sensibilizando-o exatamente para o que ouvi aqui e, dentro desta perspetiva de reestruturação que estamos a fazer dos serviços, procurar assegurar que algumas valências se mantenham”, salientou Almeida Henriques.
Nuno Gonçalves aproveitou ainda para salientar a importância da manter em funções a Fundação Museu do Douro, que integrou a lista de extinções anunciada pelo Governo.

Quanto ao vinho e à crise que afeta a viticultura duriense, o presidente lembrou os esforços que os autarcas têm feito para ajudar a resolver os problemas, apesar de não terem competências na matéria, e anunciou que irão pedir uma audiência ao novo titular da pasta “Douro”.
“Esperemos que o novo secretário de Estado tenha uma nova visão para este território”, salientou.
O dossiê Douro estava entregue ao secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, que abandonou recentemente o executivo.
Nuno Gonçalves afirmou que o Governo “não se pode alhear” desta matéria.

Os pequenos e médios produtores do Douro queixam-se de uma crise que se arrasta há mais de uma década, durante a qual viram diminuir o preço dos vinhos, perderam benefício (quantidade de vinho do Porto que cada um pode produzir), ao mesmo tempo que os custos de produção têm aumentado consecutivamente.
Na região fala-se já no abandono de terras, por incapacidade de serem produzidas pelos proprietários.
“O Douro Património Mundial só terá sustentabilidade com o pequeno proprietário”, alertou Nuno Gonçalves.