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Países de fora da Europa valeram 87% do crescimento das exportações

As empresas a operar em Portugal exportaram mais 2,5 mil milhões de euros de mercadorias em 2012 face ao ano anterior, uma subida de 5,8% explicada pelas vendas para países fora da União Europeia (UE), mostram dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A estagnação dos mercados tradicionais europeus – ou contracção nos casos de Espanha e da Alemanha, os dois principais destinos – foi mais do que compensada pelos clientes extra-comunitários, que compraram mais 20% do que em 2011 e valeram 87,6% do ritmo de crescimento das exportações.

 

“Portugal tem vindo a diminuir a sua dependência face aos mercados europeus, o que significa menos risco face à turbulência na Europa”, indica o economista Filipe Garcia, da consultora financeira IMF, no Porto. O peso das exportações para fora da UE subiu de 25,6% para 29% das vendas totais de mercadorias (excluindo serviços).

 

As principais estrelas do crescimento das vendas de mercadorias ao exterior são Angola, Estados Unidos e China – entre os três está 57% do ritmo de expansão das exportações em 2012.

 

Angola, o quarto maior destino das exportações de Portugal, voltou a ser o mercado que mais puxou pelas vendas (26% do total do crescimento), com um aumento de 663 milhões de euros, uma subida de 28% – o salto angolano mais do que compensou a perda de 486 milhões registada no principal mercado, Espanha. A indústria alimentar e de bebidas é a principal fonte exportadora para Angola, a que se juntam maquinaria e aparelhos eléctricos.

 

Nos Estados Unidos, que ultrapassaram Itália para serem em 2012 o sexto maior destino de exportações, o grande motor são as vendas de combustíveis (gasolina) da Galp (cujas exportações aumentaram 24% em 2012, ver página 30). Os produtos energéticos foram, de resto, as mercadorias que mais contribuiram para o aumento global das exportações (justificando também parte da subida das vendas para a Holanda, o quinto maior mercado português, através do porto de Roterdão, o maior da Europa).

 

Na China o ritmo de crescimento continua a ser o mais alto – no ano passado as exportações duplicaram face ao ano anterior (e mais do que triplicaram comparadas com 2010). As vendas de automóveis da Autoeuropa são o principal factor de expansão (413 milhões de euros, 53% do total).

 

A diversificação para mercados além UE não reduz, contudo, o peso dominante que os destinos tradicionais têm – e está longe de apagar o risco que a conjuntura europeia representa para o único motor em funcionamento na economia portuguesa, crucial para a correcção das contas externas (a par das importações, ver texto ao lado), para o relançamento do investimento e para suavizar a sangria no mercado de trabalho.

 

A taxa de variação homóloga das vendas para a UE caíu nos últimos quatro meses de 2012, com especial intensidade em Dezembro (-5,7%), limitando a expansão registada até meio do ano. O relatório do INE detalha que automóveis e maquinaria foram as rubricas mais afectadas. Alemanha (à entrada da recessão) e Espanha (em crise profunda) foram os mercados castigados.

 

A contracção mais pronunciada do que o previsto na zona euro será um dos factores na base da revisão em baixa das previsões do governo para a economia em 2013, que será divulgada após a sétima avaliação regular da troika, no final deste mês.

fonte

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