Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




HENRIQUE RAPOSO, «EXPRESSO»

«Sines é a salvação de Portugal»

No Verão passado, na companhia dos velhos e da mais-que-tudo, desci a costa alentejana. Para matar saudades e não sei quê. Durante o almoço em Porto Covo, os senhores da mesa ao lado não paravam calados com o porto de Sines. Era natural: ao largo, era visível a fila de navios à espera de aportar. Com um bairrismo vulcânico, um dos senhores chegou a dizer "Sines é a salvação de Portugal".

POR LUÍS MIGUEL CORREIA

Evocando o armador grego George P. Potamianos

Faleceu terça-feira num hospital de Lisboa o armador grego George P. Potamianos.
Grande amigo de Portugal e admirador das nossas tradições marítimas, George Potamianos tornou-se conhecido entre nós a partir de 1976 como afretador do paquete FUNCHAL que depois adquiriu em Agosto de 1985. Em vez de levar o navio para a Grécia, fez o contrário, trouxe a família para Lisboa onde abriu um escritório e se dedicou a desenvolver a actividade de cruzeiros com grande sucesso. Empregou muitos portugueses e privilegiou sempre que possível as nossas empresas e portos.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Os portos face à tendência de concentração no shipping

Apesar da sua grande dimensão, do aumento dos tráfegos e do elevado número de terminais de linhas intercontinentais de contentores, e de transhipment, que a Espanha possui, os seus portos têm vindo a perder linhas transoceânicas. Menos sete linhas nos últimos dois anos.
A questão que se coloca é de saber se este movimento é conjuntural ou pontual, ou faz parte de uma tendência relacionada com o movimento de concentração na indústria do shipping na rota Europa-Ásia, correlacionada com o crescente gigantismo dos navios.

POR ANTÓNIO NABO MARTINS

A Carga (S)em Rede

A melhor organização que conheço em todo o mundo funciona em rede.
Uma rede tão perfeita, que todos os sistemas que a compõem estão ligados de forma tão eficaz e eficiente, que quando um deles falha ou tem apenas um pequeno contratempo, toda esta organização falha e pára.
Estou a falar, como é óbvio, do corpo humano.
E o que é que o corpo humano, tem a ver com o transporte de mercadoria?
Nada, dirão vocês. Tudo, direi eu.

POR LUÍS SOUSA

O Papel Principal numa Zona Portuária

Vista de uma forma genérica, a observação do bem comum e do interesse público nas áreas portuárias, parece ser abrangida pelas competências de gestão do governo central. No entanto, o que a realidade transmite é que esta intervenção seria manifestamente insuficiente.

JOÃO QUADROS ANALISA A «ONU DO ULTRA-CONGELADO»

O que não poupávamos se Portugal tivesse mar!

Esta semana tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco.
Uma ONU do ultra-congelado...

POR LUÍS SOUSA

Concorrência e Regulação no Sector Portuário

No cerne das discussões sobre o enquadramento económico dos Portos nacionais encontra-se sobretudo a posição relativa que cada um deve ocupar face aos concorrentes no espaço nacional.
A situação de concorrência pura e dura leva seguramente à extinção de unidades portuárias mais pequenas, enquanto infraestruturas economicamente viáveis, sem que o resultado disso seja necessariamente um benefício sectorial. Certos são graves danos nas economias locais, no ambiente costeiro e no ordenamento territorial, já tão despregado do ponto de vista logístico.

EDUARDO PAZ FERREIRA | 2012

Por que flutua o Titanic?

Aquilo que me inquieta e desafia é, de facto, a indagação sobre o que faz o fascínio do tema Titanic. Com o maior respeito pelas poucas mais de mil e quinhentas pessoas que faleceram no desastre, não consigo deixar de recordar – e em que quantidade, infelizmente – muitos outros acontecimentos bem mais trágicos e destruidores de vidas humanas, que não merecem a mesma atenção e, desde logo, o naufrágio do "Lusitânia", atingido por um submarino alemão três anos depois.

POR RUI RODRIGUES

As meias-verdades da nova rede ferroviária

A primeira grande campanha sobre o troço ferroviário Poceirão-Caia ocorreu há meses, quando vários políticos, tanto no Parlamento como na TV, afirmavam que este troço iria ser inédito a nível mundial, pois ligaria duas pequenas localidades por uma linha de Alta Velocidade uma vez que, do lado espanhol, não existia continuidade até Madrid. Esta afirmação deixou de fazer sentido quando foram exibidas imagens dos troços em construção da futura via Badajoz-Madrid. Mais recentemente, foi dito que a ligação Sines-Badajoz, em bitola europeia, não tem continuidade em Espanha.

 

POR LUÍS SOUSA

Os anabolizantes portuários

Dispensando um pouco de atenção aos sinais procedentes dos respetivos órgãos de tutela governamental, é possível constatar que vivemos a antecâmara de uma nova política para os portos nacionais. “Nova” política o “velho” objectivo: o aumento da competitividade dos mesmos.

JOÃO PEDRO MATOS FERNANDES:

«Leixões é a maior obra do Fontismo»

Leixões é a maior obra do Fontismo. Construído no século XIX como alternativa à difícil e perigosa barra do Douro, o porto de abrigo cresceu até ultrapassar os 16 milhões de toneladas ano.
Quando foi construído, era muito comum o transporte de pessoas por via marítima. Ana Plácido foge de Lisboa para o Porto para vir ter com Camilo por via marítima. Passos Manuel, o primeiro primeiro-ministro português do Porto (só houve dois), ou melhor, de Matosinhos, embarca por mar para Lisboa para dar início ao “setembrismo”.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Ideias sobre o Modelo Macro de Governação dos Portos

O modelo de governação dos portos portugueses não pode estar desligado da sua estratégia e dos seus objectivos de melhoria da competitividade.
Os portos nacionais devem ser tão competitivos quanto os portos utilizados pelas concorrentes das exportadoras portuguesas nos mercados emergentes. Isto eleva muito a meta para os portos a um nível mais global. Todos os portos são concorrentes. Quanto mais competitivos forem os portos, mais competitivas são as empresas nacionais e mais exportarão pelos portos.

POR BENVINDA MARTINS

O caso da Nova Zelândia. Como realizar uma Reforma Portuária pacífica

A globalização trouxe ao governo da Nova Zelândia (NZ) a premissa de assegurar aos seus portos marítimos uma gestão eficiente, a fim de cumprirem o seu papel, sempre crítico, sempre dinâmico, na facilitação do desenvolvimento do comércio e da economia.
A revitalização da economia da NZ ocorreu nos anos 80 após a liberalização da economia: 1984 foi o ano da eleição do Partido Trabalhista e o início da Reforma Portuária, com sucessivas medidas liberais, acompanhadas de desregulação do mercado de trabalho portuário. A privatização de serviços portuários levou a uma deterioração das condições laborais, assinalável nos salários, hierarquização e segurança nos empregos, como se verificou por todo o mundo.

POR RICARDO PAULO

A verdadeira ponte

O Ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, visitou Aveiro e aproveitou a ocasião para, uma vez mais, anunciar a ligação ferroviária Aveiro – Salamanca – Irún* como uma das prioridades do Governo em matéria de transportes.
Para termos uma ideia da importância do corredor E80, no ano passado, aproximadamente 50% do tráfego de mercadorias entre a Península Ibérica e o resto da Europa foi efectuado por este corredor.

M. JOÃO VIEIRA PINTO

Pode o turismo ajudar Portugal? - A defesa do cluster

Em 1994, o célebre relatório Porter apontava o Turismo como um dos clusters determinantes para o crescimento da economia portuguesa. Dezasseis anos depois, continua a faltar um trabalho integrado e alinhado de promoção da Marca-País.

HUMBERTO FERREIRA

Turismo, transportes e logística lideram competitividade

Portugal deve organizar mais regatas e eventos para partilhar com as potências mundiais.

JOSÉ CASTANHO PAES

Conhecimento, uso e controlo do mar português

Apesar dos notáveis avanços em matéria de direito do mar, a verdade é que o aproveitamento e a eventual reivindicação dos direitos atribuídos às nações pelos acordos e convenções internacionais, que regulam esse vasto domínio, só têm sentido prático se as próprias nações fizerem uma efectiva exploração das potencialidades do mar, o que pressupõe a posse, isolada ou partilhada, de determinadas capacidades que permitam, por um lado, melhor o conhecer e, por outro lado, melhor controlar o seu uso na defesa dos respectivos interesses nacionais. E tudo isto assume naturalmente especial acuidade nas áreas marítimas que se encontram sob as suas próprias jurisdições nacionais.

COMO AUMENTAR AS NOSSAS EXPORTAÇÕES

Investir nas principais linhas férreas do país é fundamental e urgente

Vamos considerar, como exemplo, o transporte de um contentor entre Lisboa e Atenas: este transporte, se for feito num camião TIR, custa 3500€; se for feito por navio custa 1700€; e se for feito num comboio de mercadorias custa 2300€.
Com base no anterior, imaginemos agora um contentor a partir de Sines, Lisboa, Setúbal, Aveiro ou Porto, por exemplo, com destino a Paris, Bruxelas, Amesterdão, Turim ou qualquer centro logístico da Europa e ter de fazer o transporte desta mercadoria em comboio, com o trajecto entre Portugal, em linha de bitola ibérica, para depois na fronteira de Espanha/França ter de mudar a carga para outro vagão que tenha o rodado em bitola europeia. Quanto é que, com esta adversidade, este encargo vai onerar o transporte da mercadoria?

POR LUÍS SOUSA

Conflitos do Mar

O fundador da Escola Possibilista e geógrafo francês Vidal de La Blanche, afirmou que “A geografia não condiciona, proporciona um leque de possibilidades que o homem é livre de aproveitar”. A contiguidade de uma nação ao oceano é um forte exemplo disso mesmo.
A História regista inumeráveis exemplos de condicionamentos resultantes da influência que o Mar exerce nas nações que com ele contactam. O aproveitamento dos recursos vivos e não vivos, e a sua utilização como meio de transporte colocam-no não raras vezes no centro das questões políticas, económicas e sociais dos povos.

POR LUÍS SOUSA

A «Área» – O País da Humanidade

Apesar de na sua maior parte a Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar (CNUDM) de 1982, ter atribuído força de Direito Internacional a práticas ou acordos já anteriormente estabelecidos, uma noção particularmente inovadora assomou da mesma: A “Área”.
Por definição a CNUDM refere como “Área” o leito do mar, os fundos marinhos e o seu subsolo além dos limites de qualquer jurisdição estadual.

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