Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

PRESTIGE: À procura de um culpado

As marés negras normalmente desencadeiam uma sequência padronizada de comoções: primeiro o susto, depois a raiva, o drama da limpeza, as reformas legais e, por fim, os julgamentos. A saga do petroleiro Prestige - que se afundou há dez anos ao largo da Galiza deixando um enorme rasto de poluição - entra agora no último destes momentos.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Greve no porto de Setúbal pode afastar linhas de contentores em definitivo

A greve está a afetar um dos turnos diários, todos os dias, reduzindo a metade a capacidade dos terminais e criando enormes filas de espera de navios, levando mesmo navios e linhas marítimas regulares de contentores a desistir de esperar, pois não podem perder a marcação de cais que já têm nos seus diversos portos de escala da linha, pelo que não podem esperar. A compressão do tempo na logística e no shipping dos contentores não permite hoje esperas dos navios por cais livre em nenhum porto. Ou seja, os navios de contentores que escalavam Setúbal até ao Verão, estão a optar por outros portos, como Leixões ou Sines.

Uma economia refém dos portos

As greves no sector portuário, que se iniciaram em Agosto, e que hoje afectam sobretudo Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz, não estão apenas a paralisar estas cidades. Estão a paralisar uma economia. São como um bloqueio nas veias e artérias de um país, impedindo que a circulação de produtos continue a bombar o já débil coração da economia nacional.

POR LUÍS SOUSA

Os Sistemas de Informação – O contra-ataque à soberania

Os sistemas de informação atuais, do mais simples portal institucional à mais complexa plataforma de comércio eletrónico, são objetivamente uma das forças de globalização que caracteriza o desenvolvimento económico e social das últimas décadas.
No topo dos mais interessantes desenvolvimentos tecnológicos da história humana, encontra-se seguramente a Internet, com os serviços que suporta, o seu potencial para desenvolver novas realidades sociais, criar e condicionar políticas e sustentar mercados.

JOSÉ ANTÓNIO CONTRADANÇAS

Análise crítica à composição da factura portuária

Mostrando as componentes de formação da factura portuária, o autor explica a necessidade de todos os intervenientes colaborarem num estudo sério.

POR JOAQUIM FERREIRA DA SILVA

Não há regresso ao mar sem barcos

Temos escutado, nos últimos tempos, muitas personalidades referenciarem a importância e a necessidade de Portugal regressar ao Mar.
Uma persistência na tónica de que, face à presente crise económica que o País atravessa, o regresso às actividades ligadas ao sector marítimo pode constituir um forte contributo para minimizar essa crise. Mas não tem passado de notas muito genéricas sobre sectores directa ou indirectamente dependentes ou conectados às actividades do mar, sem se indicarem objectivos concretos para os alcançar.

POR MÁRIO LOPES E VÍTOR CALDEIRINHA

Porto de Sines e bitola europeia: Competitividade das importações e das exportações

Hoje em dia os grandes navios porta-contentores que ligam a Europa ao resto do mundo atracam essencialmente nos portos do centro e norte da Europa (Antuérpia, Roterdão, Hamburgo e outros) e nos Hubs de transhipment do Mediterrâneo (Algeciras, Valência, Barcelona e Tanger são os mais próximos).
Grande parte das nossas importações/exportações faz-se através destes portos, de/para os quais as mercadorias são transportadas por via rodoviária ou em navios feeder, obviamente com custos acrescidos relevantes e que tenderão a aumentar cada vez mais.

POR ARMANDO SILVA AFONSO

Os dias da água

Foi no dia 22 de março de 1992 que a ONU decidiu publicar a «Declaração Universal dos Direitos da Água», instituindo o Dia Mundial da Água. Em Portugal existe e comemora-se também um outro dia da água: o Dia Nacional da Água. É o dia 1 de outubro, que assinala o início do ano hidrológico, que decorre de 1 de outubro a 30 de setembro.
Esta proximidade entre o ano hidrológico e o ano académico não é coincidência. Afinal, ambos seguem o ritmo da natureza, que se inicia e renova com a fonte de vida que é a água e descansa na estiagem de verão.

OPINIÃO - POR LUÍS SOUSA

Que há em comum entre a nau e a troika?

Ambas figuram em marcos literários de enorme importância nos respetivos países de origem, como os meios de transporte utilizados nas viagens retratadas nessas obras.
Na realidade a palavra russa “тройка” designa uma junta de três cavalos colocados lado a lado, destinada a trabalho de tração, geralmente de um trenó. Este tipo de transporte foi intensamente utilizado na Rússia a partir do século 17, época em que os 45 a 50 km horas que atingiam eram considerados uma velocidade elevadíssima. O seu fator mais distintivo é o fato de os cavalos utilizarem andamentos diferentes, uma vez que em marcha normal o cavalo central trota e os laterais galopam, o que implica também a utilização de arreios diferentes para as posições laterais e central.

 

 

POR JORGE SILVA PAULO

Navios de combate à poluição no mar

O combate à poluição do mar é uma atribuição da Autoridade Marítima Nacional (AMN), um serviço público não-militar, totalmente operado por servidores do Estado geridos pela Marinha. Para realizar esta atribuição foi criado em 1993 o Plano Mar Limpo, constante de um regulamento administrativo independente do Governo, o qual define os procedimentos e atribui as correspondentes competências aos órgãos da Autoridade Marítima e às Administrações Portuárias.

POR LUÍS MIGUEL CORREIA

Reprivatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo

Há que explicar ao País como é que uma oportunidade de ouro de relançar a actividade dos ENVC com o reequipamento da Marinha de Guerra Portuguesa se traduziu até agora em apenas um navio entregue pelo dobro do preço inicial, o NRP VIANA DO CASTELO; há que explicar aos contribuintes os meandros do contrato de construção dos dois navios de passageiros para o Governo Regional dos Açores (...)

CONTROVÉRSIAS DOS MARES - POR LUÍS SOUSA

O Tribunal Internacional do Direito do Mar (Parte 2)

O papel entregue ao Tribunal Internacional do Direito do Mar (TIDM), alinhado com a visão geral que presidiu à constituição de um ordenamento jurídico respeitante aos oceanos, objetiva a regulação dos espaços marinhos, sua utilização e recursos, garantindo que os conflitos decorrentes da defesa de diferentes interesses por parte dos diversos estados membro, é conseguida de forma pacífica por meios judiciais e arbitrais.

NICOLAU SANTOS

Exportar mais e melhor

Quando Portugal aderiu à então Comunidade Económica Europeia, em 1 de Janeiro de 1986, o peso das exportações no Produto Interno Bruto (PIB) rondava os 30%. Vinte e seis anos depois, apesar de nos considerarmos uma pequena economia muito aberta ao exterior, o rácio não se alterou profundamente e estará agora na casa dos 34%.

POR CATARINA CARVALHO

O mar. Distância ou oportunidade?

Sempre achei estranho como, nos Açores, as terras vivem de costas viradas para o mar. Não estou a falar das pessoas. Estou a falar das próprias terras. É claro que as terras são feitas – construídas e não só – pelas pessoas. Mas quando as suas escolhas e decisões se sedimentam em terras já se pode dar-lhes um sentido mais lato, não apenas individual mas histórico… ou sociológico, ou antropológico. Como queiram.

MIGUEL ESTEVES CARDOSO

Também é preciso conservar as conservas portuguesas e a melhor maneira de conservá-las é comê-las

Os enlatados têm má fama porquê? É um preconceito antiquado que data da nossa adesão ao mundo maravilhoso dos congelados. Mesmo os produtos que se congelam melhor (ervilhas, framboesas) são melhores, mais baratos e mais amigos do ambiente nas boas versões enlatadas.

PEDRO MARQUES LOPES

Mar e mar

Foi a nossa incapacidade de criar um futuro próspero para nós e para as nossas famílias que nos arrastou para os vários mares. Não soubemos tomar conta dos nossos, expulsámos os melhores de nós, e eles construíram nessas terras distantes o que gostavam de ter construído aqui.

POR LUÍS SOUSA

Serviços de Valor Acrescentado nos Portos

A visão de um porto como uma “caixa negra” onde as mercadorias transitam do modo de transporte marítimo para os modos terrestres, há muito que não se coaduna com as exigências dos modelos de produção resultantes da globalização económica, em relação às suas cadeias de abastecimento.
Portos que apenas asseguravam carga e descarga de navios, fazem parte de um passado caracterizado pela completa falta de competitividade do sistema de transportes, o que necessariamente contagia de forma muito negativa o desenvolvimento da economia.

ADRIANO MOREIRA

A maritimidade

Tendo presentes as debilidades do Estado Português, é necessário acrescentar o risco de a gestão dos recursos vivos da Zona Económica Exclusiva transitar para a Comissão Europeia. Tudo ponderado, é certamente possível que uma atitude de desistência ou descaso leve a minimizar a narrativa de heróis do mar que marca a identidade portuguesa: mas o que não pode ser atenuado é o facto de o mar vir ter com Portugal com exigências às quais ou teremos vontade e capacidade de responder com voz própria ou a deriva para destinatários das decisões alheias, em que a nossa voz não será escutada, começará a desenhar-se no horizonte.

POR LUÍS SOUSA

JUP – Uma janela de oportunidade

No início da década de 1990, as Administrações e Juntas Autónomas dos Portos encontravam-se quase desprovidas de ferramentas informáticas. O fluxo de informação inerente à escala de um navio, era complexo e obrigava a repetidas deslocações, chamadas telefónicas e troca de documentos por correio, telex ou telefax.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

O Preço Portuário

O preço é o instrumento económico que possibilita a regulação automática do encontro entre a oferta e a procura de um bem, anulando sobras de recursos produzidos ou procura insatisfeita.
Apesar de não serem mecanismos perfeitos, e de poderem ser distorcidos por inúmeras circunstâncias de concorrência imperfeita, monopólio ou intervenção do Estado, os preços têm conseguido desempenhar o seu papel na economia, ao longo dos tempos.

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