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Por Artur Manuel Pires

O Almirante descalço

Apesar de não existir nada que nos possa assegurar que o Père Louis de La Trinité tenha entrado no Céu sem sapatos, podemos, no entanto, estar seguros de que morreu descalço.

Georges Thierry D’Argenlieu nasceu em Brest, em sete de setembro de 1889, no seio de uma família burguesa com ligações marítimas, e fortemente apaixonado pelo mar, ingressa aos dezassete anos na Escola Naval, em outubro de 1906.

Em 1911, já se encontra a navegar, e pouco depois participa numa das inúmeras campanhas de Marrocos, que vão atenuar a monotonia que se vive no império colonial francês, neste caso particular no Norte de África.

De qualquer forma, distingue-se ali, e com apenas vinte e quatro anos é condecorado com a Legião de Honra.

A primeira guerra mundial (1914-1918) encontra-o a patrulhar o Mediterrâneo, e em 1915, numa escala prolongada em Malta, vê despoletar-se a sua fé católica, na forma mais participada que pode haver, e nesse mesmo ano é admitido na Tiers–Ordre, sem contudo abandonar o serviço na marinha de guerra.

É promovido, e desempenha diversas funções nos navios da esquadra francesa do Midi, até assumir o seu primeiro comando no La Tourterrele, em 1918.

Com o final do conflito, sente a confirmação da sua fé, agora mais robustecida pelas agruras da vida secular, e observa ainda a possibilidade, agora sim, de uma existência inteiramente dedicada à vida religiosa, feita no recolhimento do Carmelo, tornando-se frade carmelita descalço.

Depois de estudos de teologia no Collège Angélique de Roma, a futura Universidade Pontifical de S.Tomás de Aquino, ingressa em 1920, no Convento de Seine-et-Marne, em Avon, para de seguida completar os seus conhecimentos teológicos na Universidade Católica de Lille.

Foi em Avon, em 1925, que o Comandante Thierry D’Argenlieu, professou os seus votos, tornando-se sacerdote, e passando a ser o Père Louis de La Trinité.

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