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26 DE MAIO DE 1970

O VERA CRUZ pelas ondas sísmicas gigantes da costa sul-africana

O paquete VERA CRUZ, 186m/ 21,750tb, da CCN, Lisboa, não foi excepção às chamadas ondas sísmicas gigantes da costa Sul Africana, corrente das Agulhas, quando na madrugada de 26/05/1970, com cerca de 3.000 pessoas a bordo, na sua maioria militares, perto do Cabo das Tormentas, nas 100 braças, foi apanhado por uma onda descomunal, que além de provocar avarias graves nas estruturas daquele enorme navio, fez quebrar os vidros temperados de todas as janelas da ponte de comando e ainda fez desaparecer mapas, cartas de marear, réguas, esquadros, compassos, etc., dos armários da casa de navegação . Note-se que aquelas estruturas estavam a 20 metros acima do nível do mar.

Apesar do grande susto de todos a bordo e muito mais da tropa, praticamente não houve sinistrados. O navio retrocedeu para o porto de Lourenço Marques, a fim de receber as reparações provisórias. Segundo relato do imediato, ao semanário Noticias Magazine, de 31/03/2002, que na ocasião do embate ia de quarto, juntamente com um marinheiro, se vem uma segunda volta de mar de igual magnitude, muito possivelmente o VERA CRUZ não resistiria.

No inicio dos anos 50, o paquete Português SERPA PINTO, 137m/ 8.267tb, da CCN, Lisboa, transportando passageiros e carga para o Brasil, já por fora do farol do Esporão de Leixões, quando ia de saída, também sofreu o embate de uma volta de mar descomunal, se bem que própria de tempestade, que lhe causou danos nas estruturas da proa e ferimentos em alguns tripulantes. Em face desse incidente esteve a pairar ao largo até a situação acalmar, prosseguindo a viagem para o porto de Lisboa sem mais percalços.

Agora recue-se alguns séculos e veja-se as naus, caravelas ou galeões da carreira da Índia, verdadeiras cascas de nóz, os sacrifícios, que aquelas gentes devem ter passado e aqueles que por ali ficaram, como o Bartolomeu Dias, quando tentavam fazer aguada nas costas da hoje África do Sul, Madagáscar ou de Moçambique, etc.

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