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Notícias

Ministra do Mar recupera o Titan de Leixões

No quadro dos projetos anunciados por Ana Paula Vitorino, o emblemático Titan de Leixões, que desempenhou um papel principal na génese do porto, vai ser reconstruído tendo sido lançado o concurso internacional para a sua concretização.
Os portos marítimos, a par dos faróis, fazem parte do imaginário coletivo português e a ministra do Mar vem-se empenhando em que a história da construção e evolução das estruturas portuárias, bem como a daqueles que a têm protagonizado, seja mais conhecida e integre a literacia do mar português.

A estrutura foi construída em 1888 para suportar a construção do Porto de Leixões

A Administração dos Portos de Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) acaba de lançar um Concurso Público Internacional para a reconstrução do Titan do Molhe Sul. A estrutura centenária, que é já um ex-libris na região estava desativada há largos anos.

Pela sua importância e preponderância no património industrial do Porto de Leixões e relevo na história de Matosinhos, a APDL entende que a recuperação do Titan é de um valor e importância inestimável.

O edital, que foi publicado esta sexta-feira, 21 de junho, em Diário da República, tem um preço base de 1.850.000 € (e a adjudicação da obra está prevista para o próximo mês de outubro, sendo o prazo de execução de 1 ano. Contas feitas, a APDL aponta a inauguração da recuperação do Titan para o último quadrimestre de 2020.

O equipamento será instalado no acesso ao Terminal de Cruzeiros de Matosinhos e, seguindo a lógica de abertura à cidade já habitual nesta infraestrutura portuária, poderá ser visitado por toda a população.

Este Titan, um enorme guindaste movido a vapor e que no passado se deslocava sobre carris, foi construído e montado em 1888 com o objetivo de suportar a construção Porto de Leixões, tendo, por isso, uma profunda carga histórica para a região Porto e Norte.

Recorde-se que a obra do Porto de Leixões começou em julho de 1884 e que o projeto inicial consistia na construção de dois grandes molhes, um a norte, com a extensão de 1.579 metros, e outro a sul, com a extensão de 1.147 metros.

Para o assentamento dos molhes aproveitaram-se, em grande medida, os rochedos que existiam no mar e que já conferiam um bom porto de abrigo natural, os chamados “leixões”, que viriam a dar o nome à nova infraestrutura portuária.

Mas o trabalho mais importante foi efetuado pelos Titans – o Titan do Molhe Norte, visível ainda hoje de Leça da Palmeira, e o Titan do Molhe Sul, que se via de Matosinhos mas que, por razões de segurança, foi desativado em 2013. Foram estas as estruturas, aliás, que permitiram a colocação exata das toneladas de pedras necessárias para a construção dos molhes e o seu avanço, metro a metro, pelo mar dentro, construindo assim o Porto de Leixões.